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domingo, 11 de março de 2012

Reflexão: Campanha daraternidade 2012



“Que a saúde se difunda sobre a terra”

Houve um tempo em que a doença era considerada consequência do pecado. No tempo de Jesus, a lepra hoje hanseníase, era tida como resultado de um castigo de Deus por um pecado cometido. E então os portadores da doença eram considerados “impuros”. Viviam excluidos da sociedade.
No geral a população vivia em precárias condições de vida , assim como também não dispunham de conhecimentos científicos e terapêuticos para a cura das doenças.
Com o avanço da medicina, o avanço das pesquisas e também gradativamente o melhor acesso às informações, sabe-se hoje que dispomos de condições inesgotáveis para melhorar a qualidade de vida e de saúde.
As campanhas educativas com objetivos bem definidos e acões específicas e concretas trouxeram resultados surpreendentes.
Podemos citar como exemplo os vários tipos de vacinas que contribuiram para a concientização da população sobre a importância da prevenção. Assim também como o soro caseiro, medicamento tão simples introduzido pela saudosa Drª Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança. Uma simples medida que poupa ainda hoje muitas vidas infantis.
E assim, uma série de outras campanhas educativas que convocam a população a se prevenir contra males futuros.
Atualmente, o que tem preocupado a população neste verão chuvoso é a Dengue.
 O acesso à educação também é muito importante no tocante à prevenção de doenças. População mais instruida assimila melhor as informações e toma consciência do perigo a que expôe suas vidas e de seus familiares por pura negligência.
Portanto, embora os avanços na tecnologia e ciência tenham caminhado a largos passos é necessário também proporcionar à população melhores condições de vida e acesso fácil à informações. 
Moradia , educação, salário justo, lazer , acesso aos serviços de saúde fazem parte desse suporte de viver dignamente.
A doença, como se pensava antes, não faz parte do plano divino. Ela decorre de nossa fragilidade humana e descaso com a própria saúde.
Muitos são os fatores ambientais que interferem na nossa saúde, assim como também a genética tem seu peso .
É fundamental o cuidado pessoal de cada um com seu próprio corpo, sempre procurando manter hábitos saudáveis de bem viver evitando vícios, vida desregrada, manter uma alimentação saudável e bons habitos de higiene corporal e doméstica.
Ciência e religião caminham juntas. Uma não dispensa a outra..
A Ciência com suas modernas descobertas, fruto da inteligência humana, dom divino. A Religião como conforto espiritual, baseado na presença e misericórdia de Deus e que nos exorta a não abandonar os doentes à sua própria sorte, muito menos culpá-los.
É dever do Poder Público preocupar-se em fornecer condições de saúde favoráveis para o povo, o que não dispensa a sociedade e cada um de nós de fazer a sua parte..
O amor e o cuidado com os doentes, revela sobremaneira como exercitamos nossos princípios cristãos.

domingo, 22 de janeiro de 2012

21 de janeiro

Dia Mundial da Religião

Diante da diversidade de dogmas e culturas, torna-se muito difícil conceituar um assunto como religião. A palavra se originaria do latim Religare, significando o laço que liga o homem à divindade.
Pode-se afirmar que o princípio das religiões se baseia na crença de uma força inteligente sobrenatural, considerada como criadora do Universo, e na continuidade da vida após a morte através da existência de outros planos que não o físico.
É um conceito amplo, com o qual os pesquisadores trabalham. Sem dúvida, os crentes de cada religião teriam definições bem mais adequadas para suas crenças.
Pode-se dizer também que a religião é um conjunto de regras e doutrinas, pelas quais o crente se guia e molda suas atitudes. Ou ainda, que é um sistema específico de pensamento ou crença a envolver princípios filosóficos, éticos e metafísicos.
A religião acompanha e conforta a humanidade desde os primórdios. Acreditava-se que os animais, as plantas, os rios, o mar, o sol e a lua continham espíritos, sendo preciso estar em harmonia com eles. O antropólogo E. B. Tylor chamou esta “religião inicial” de animismo. Segundo Tylor, as religiões foram evoluindo junto com a humanidade, tanto cultural quanto tecnologicamente. Quando o homem abandonou sua postura nômade e passou a se fixar em determinadas áreas, surgiu o politeísmo (crença em vários deuses); e depois, com o surgimento da noção de grupos sociais, aparece o monoteísmo (crença em um único Deus).
As religiões surgiram para tentar responder a uma série de perguntas que sempre estiveram presentes ao longo de nossa história:
De onde vim?
Para onde vou depois que morrer?
Viverei mais de uma vez?
Como o mundo passou a existir?
Que forças governam nossa existência?

Fonte?

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/janeiro/21-dia-mundial-da-religiao.php