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sábado, 1 de junho de 2013

Regulamentos do catequista


1º QUANTO A ACOLHIDA

O catequista deverá chegar meia hora antes do início do encontro.

Receber todos os catequizandos com igual atenção, sem demonstrar preferências.

Dialogar com eles sobre suas vidas perguntando o que fizeram durante a semana, como estão se sentindo, ... Não deve ser um "relatório", mas sim uma conversa espontânea, com muita simplicidade.

O ponto de vista do catequizando deve ser respeitado e sua opinião ouvida com muita atenção.

2º QUANTO AO LOCAL DO ENCONTRO

A Bíblia deve ocupar lugar de destaque diante do grupo, usando velas, flores e toalha sempre que possível.
Colocar cartazes e figuras sobre o tema, enfeitando o ambiente para despertar o interesse no assunto. Se possível, trocar os cartazes a cada encontro, para que os catequizandos não percam o interesse neles.

3º QUANTO A LINGUAGEM

A linguagem deverá ser clara, coerente e simples.

Nunca falar em tom infantil, mas naturalmente, com firmeza e simplicidade.

Procurar usar o mesmo vocabulário, usado na realidade dos catequizandos, para que eles possam compreender melhor a mensagem.

Atenção com algumas palavras que costumamos usar. Catequese não é curso, nem escola. Em vez de aula, falar de encontro. Não fazer "provas" nem dar "notas" nem "prêmios e castigos". Enfim, que o relacionamento não seja de "Professor e Aluno".

Essas coisas existem na escola, mas não na catequese, que é o encontro da pessoa com Jesus Cristo e com a Comunidade.

4º QUANTO AO CATEQUISTA INDIVIDUALMENTE

O catequista deverá ter uma pasta, a qual conterá tudo o que é relacionado ao encontro. Esta pasta acompanhara o catequista em todos os encontros, incluindo este regulamento que deverá ficar afixado na mesma.

Haverá uma reunião dos catequistas antes de cada encontro para que possamos entrar em sintonia com Deus. 



quinta-feira, 11 de abril de 2013

Pais e catequistas


Uma relação que quando bem conduzida só traz benefícios
No domingo anterior, domingo da Misericórdia , dia 7 de abril, tivemos nossa primeira reunião mensal de catequistas.
Após o momento de espiritualidade, onde também meditamos o terço da Divina Misericórdia iniciou-se a reunião onde partilhamos experiências positivas e também tivemos espaço para possíveis dúvidas ou queixas.
Dentre todos os assuntos tratados, chamou-me a atenção a difícil relação que alguns catequistas relatam ter no entendimento com pais e até catequizandos.
Curioso é que só se fica nas reclamações , na atitude de se querer impor pela força das palavras e função em que atua ,sem levar em conta as razões e expectativas dos pais.
O catequista não deve nunca se valer da posição de liderança que ocupa na missão de catequese e esquivar-se de ouvir e procurar entender as razões dos pais.
Ouvir é muito importante. Os pais precisam ser ouvidos e avaliados em suas justificativas.
Isto porque os pais podem ser diferentes dos catequistas em vários quesitos entre eles social e culturalmente falando, além também da diversidade de pontos de vista relativos à catequese de seus filhos.
O catequista precisa estabelecer limites apropriados para o seu próprio papel, procurando evitar conflitos entre ambos para que não se dificulte mais a relação catequista/pais.
É preciso identificar seu papel no trabalho com os pais, tal como fornecer informações e orientação de como educar crianças, apoio emocional, modelos de conduta, encaminhamento.
Uma linguagem adequada para comunicar-se com os pais também se faz necessário para que a mensagem seja entendida e consequentemente aceita.
Não se descarta aqui a hipótese de que realmente pode ser que certos pais sejam intransigentes demais , não valorizam o trabalho do catequista chegando a dificultar a relação do catequista com seu próprio filho. Nestes casos , o catequista deve sempre ter a quem recorrer. Em caso de conflitos mais graves, a coordenação ou mesmo o pároco devem estar prontos a dar o devido apoio tanto ao catequista como aos pais.
Muito cuidado com suas atitudes. Bater de frente nunca é a melhor solução. O catequista não deve nunca fazer do conflito uma guerra pessoal, mas sim, avaliar suas atitudes e palavras e fazer uma tentativa consciente de comunicar com aqueles que lhes parecem os mais difíceis.
Os catequistas devem ser sensíveis às necessidades dos pais.
Afinal, todos sabemos ser difícil essa relação pais/catequistas. Mas todos sabemos também que quando ocorre uma relação saudável entre catequistas e pais, a catequese flui melhor e mais produtiva. 
11/04/13 14:43:40



quarta-feira, 13 de março de 2013

1ª reunião de pais e catequistas: sugestão

ROTEIRO PARA FACILITAR A ORGANIZAÇÃO DE REUNIÕES COM OS PAIS DOS CATEQUIZANDOS


PRIMEIRA REUNIÃO   - ( no início do ano, antes do 1º encontro com os catequizandos)

Hoje vamos iniciar a catequese, que vai preparar os catequizandos para a Crisma. Cada um de nós, pais e catequistas, tem uma importante tarefa a cumprir para ajudar os pré-adolescentes nessa preparação.

Motivação

Vamos então raciocinar um pouco e depois responder:
• Antes de plantar, o que se faz no terreno?
Prepara-se a terra, para que a semente brote e dê bons frutos, boa colheita.
• No caso da catequese, qual é o “terreno” que vamos preparar?
Os pré-adolescentes, que vão conhecer o evangelho. Eles são o “terreno” que acolherá a semente da palavra de Deus: em seus corações, em sua família, na comunidade em que vivem.

É preciso, portanto, que os pais estejam instruídos para auxiliar seus filhos a ouvirem, refletirem e entenderem o que ensina o Evangelho, fazendo o que Jesus deseja.
Desta forma, pais, amigos e membros da comunidade, todos poderão ajudar os pré-adolescentes, para que possam viver com alegria sua verdadeira vida de cristãos.
Espiritualidade
Leitura sugerida: Mt 13,1-9 - Parábola do Semeador

Refletindo:
  •  Antes  de plantar , o que se faz no terreno/
  • Na catequese, que terreno vamos preparar?
  • Qual o papel da família na preparação deste "terreno"?
A Palavra de Deus que acabamos de ouvir fala dos diferentes tipos de terreno que uma semente pode cair
O terreno é nossa vida, nosso coração.
Para acolher a semente, o terreno precisa ser bem preparado.
 As famílias têm que ser o "terreno fértil" para influenciar seus filhos e facilitar a colheita.
Nós catequistas vamos juntamente com os pais ajudar nossos pré adolescentes  para que possam viver com alegria sua vida de cristãos.

Conversando :   
 E qual seria, de fato, a tarefa dos pais na catequese?
• Participar da Missa com os filhos;
• Ensinar orações aos filho
(Pai-Nosso, Ave-Maria, Santo Anjo e outras orações são obrigações dos pais);
• Lembrá-los da hora marcada para os encontros, não permitindo que se atrasem;
• Dar bons exemplos, ajudando os filhos a viverem como cristãos;
• Participar das reuniões;
• Auxiliar e apoiar o catequista;
• Não criticar, nem destruir os trabalhos da comunidade;
• Ter paciência com os filhos;
• Conversar com os filhos, especialmente quando chegarem do catecismo, procurando saber o que eles aprenderam no encontro;
• Fazer juntos a leitura da bíblia

Obs: este roteiro é apenas uma sugestão. Cada catequista deve  adequá-lo à sua realidade!