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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Refletindo o Pai - Nosso - para encontro de catequese

Você já meditou na oração do Pai Nosso?

O texto a seguir é um dos mais geniais que já vi em minha vida.
Simula como seria um cristão fazendo a sua reza do Pai Nosso,
 conversando com Deus.

Você pode também acompanhar o vídeo neste link
https://youtu.be/9yYJX8T27Jk

Usei este vídeo num encontro de Catequese e o resultado foi muito bom . percebi nos catequizandos uma melhor compreensão da oração e da importância de rezarmos com o coração , saboreando cada palavra num verdadeiro colóquio com Deus . Não apenas pronunciar as palavras mas estar atentos ao seu significado e com a certeza de que Deus realmente nos ouve







Reflita:

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CRISTÃO: "Pai nosso que estais no céu..."
DEUS: Sim? Estou aqui.

CRISTÃO: Por favor, não me interrompa. Estou rezando!
DEUS: Mas você me chamou!

CRISTÃO: "Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando. 
"Pai nosso que estais no céu...”
DEUS: Aí, você chamou de novo.

CRISTÃO: Fiz o quê?
DEUS: Me chamou. Você disse: "Pai nosso que estais no céu".
 Estou aqui. Como é que posso ajudá-lo?

CRISTÃO: Mas eu não quis dizer isso. É que estou rezando.
 Rezo o Pai Nosso todos os dias. Sinto-me bem rezando assim.
 É como se fosse um dever. E não me sinto bem até cumpri-lo...
DEUS: Mas como podes dizer "Pai nosso", sem lembrar que todos são seus irmãos?
 Como podes dizer que estais no céu, se você não sabe que o céu é a paz,
 que o céu é ter amor a todos?

CRISTÃO: É, realmente. Ainda não havia pensado nisso.
DEUS: Pois então, você está rezando, e rezar é ler ou falar alguma coisa que decorou,
 sem ao menos meditar e vivenciar o que está falando, 
então você deve orar quando for falar de Mim, pois orar é falar,
 é conversar comigo. Mas, prossiga sua oração.

CRISTÃO: "Santificado seja o vosso nome..."
DEUS: Espere aí! O que você quer dizer com isso?

CRISTÃO: Quero dizer... quer dizer, é... sei lá o que significa! 
Como é que vou saber?
 Faz parte da oração, só isso!
DEUS: Santificado significa digno de respeito. Santo. Sagrado.

CRISTÃO: Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra SANTIFICADO... "Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,
 assim na terra como no céu..."
DEUS: Está falando sério?

CRISTÃO: Claro! Por que não?
DEUS: E o que você faz para que isso aconteça?

CRISTÃO: O que faço? Nada! É que faz parte da oração.
 Além disso, seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo
 o que acontecesse no céu e na terra também.
DEUS: Tenho controle sobre você?

CRISTÃO: Bem, eu frequento a igreja!
DEUS: Não foi isso que eu perguntei. Que tal o jeito que você trata os seus irmãos,
 a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você dá à televisão,
 as propagandas que você corre atrás, e o pouco tempo que você dedica a mim?

CRISTÃO: Por favor. Pare de me criticar!
DEUS: Desculpe. Pensei que você estava pedindo para que fosse feita 
a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que rezam,
 mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade.

CRISTÃO: Está certo, tem razão. Acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol; se manda o sol, reclamo do calor;         se manda frio, continuo reclamando; se estou doente peço saúde, mas não cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito...
DEUS: Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos eu e você. Mas olha,
 vamos ter vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova atitude sua.

CRISTÃO: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração está demorando muito mais do que costuma ser. Vou continuar: "o pão nosso de cada dia, nos dai hoje..."
DEUS: Pare aí! Você está me pedindo pão material? Não só de pão vive o homem,
 mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão, lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que me veja como um pai amoroso!
 Eu estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue!

CRISTÃO: "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos
 a quem nos tem ofendido."
DEUS: E o seu irmão desprezado?

CRISTÃO: Está vendo? Olhe Senhor, ele já me criticou várias vezes 
e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.

DEUS: Mas, e sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou,
 e eu estou aqui. Quero que saias daqui transfigurado. 
Estou gostando de você ser honesto. Mas não é bom carregar
 o peso da ira dentro de você, não acha?

CRISTÃO: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!
DEUS: Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não 
é tão doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria,
 pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você.
 Basta você querer.

CRISTÃO: Pode? Mas como?
DEUS: Perdoe seu irmão, Eu perdoarei você e te aliviarei.

CRISTÃO: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.
DEUS: Então não me peças perdão também!

CRISTÃO: Mais uma vez o Senhor está certo! Mais do que quero vingar-me,
 quero a paz com o Senhor. Está bem, está bem, eu perdôo a todos,
 mas ajude-me Senhor. Mostre-me o caminho certo para mim e meus inimigos.
DEUS: Isto que você pede é maravilhoso. Estou muito feliz com você. 
E você como está se sentindo?

CRISTÃO: Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade,
 nunca havia me sentido assim! É tão bom falar com Deus.
DEUS: Ainda não terminamos a oração. Prossiga...

CRISTÃO: "E não nos deixeis cair em tentações, mas livrai-nos do mal..."
DEUS: Ótimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha 
em situações onde possa ser tentado.

CRISTÃO: O que quer dizer com isso?
DEUS: Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam 
a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade,
o ódio. Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado.
 Não use tudo isso como saída de emergência!

CRISTÃO: Não estou entendendo!
DEUS: Claro que entende! Você já fez isso comigo várias vezes.
 Entra no erro, depois corre para me pedir socorro.

CRISTÃO: Puxa, como estou envergonhado!
DEUS: Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar de novo,
 para mais uma vez vir fazer negócios comigo!

CRISTÃO: Estou com muita vergonha, perdoe-me Senhor!
DEUS: Claro que perdôo! Sempre perdôo a quem está disposto a perdoar também. 
Mas não esqueça:, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, 
medite cada palavra que fala! Termine sua oração.

CRISTÃO: Terminar? Ah sim. "Amém!"
DEUS: O que quer dizer amém?


CRISTÃO: Não sei. É o final da oração.
DEUS: Você só deve dizer amém quando aceita dizer tudo o que eu quero,
 quando concorda com minha vontade, quando segue os meus mandamentos,
 porque AMÉM Quer dizer assim seja, concordo com tudo que orei.

CRISTÃO: Senhor, obrigado por ensinar-me esta oração e, agora,
 obrigado por fazer-me entendê-la.
DEUS: Eu amo cada um dos meus filhos, amo mais ainda aqueles 
que querem sair do erro, que querem ser livres do pecado.
 Eu te abençôo e fique com minha p

CRISTÃO: Obrigado, Senhor! Estou muito feliz em saber que 
és meu amigo e que posso todos os dias conversar com o Senhor
 e falar dos meus problemas, das minhas dificuldades e necessidades,
 creio agora que esta oração do "Pai nosso"
 será e fará diferença na minha vida.
 OBRIGADO SENHOR.



Autor desconhecido

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Essa mensagem serve para nossa reflexão, se realmente estamos fazendo
 a oração do Pai nosso como Jesus nos ensinou, para que, assim,
 possamos estar em perfeita comunhão com o Pai maior, 
que é justiça, amor e misericórdia. 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Seja Luz de Cristo!


  O catequista precisa estar empapado de Cristo, se quiser ser LUZ!

“SOMOS COMO TOCHAS, Se quisermos ACENDER,  ILUMINAR,  SER LUZ, precisamos estar EMPAPADOS DE CRISTO”

Poderia chamar essa minha reflexão de: “ a espiritualidade das tochas!” Para quem participou do VIII Sulão, sabe bem do que estou falando.

Quando as coisas não transcorrem conforme o planejado, almejado, somos invadidos por um sentimento de frustração e isso é natural, porém, o bom mesmo, é quando  tiramos grandes lições daquilo que não deu certo. 

Uma coisa é planejar, elaborar um plano de ação, outra é colocar em prática. Só perceberemos o que precisa ser mudado, melhorado, quando saímos da teoria.

Estamos vivendo um tempo de conscientização sobre a importância e a necessidade de se fazer acontecer em nossas paróquias a Iniciação à vida Cristã. Quantos estudos, quantos livros, documentos, simpósios, conferências vem acontecendo abordando esse assunto, com o intuito de nos fazer despertar, acordar para a real missão da catequese. Sabemos também que qualquer mudança, por mais simples que seja, gera certo desconforto, justamente porque não acertamos na primeira tentativa. Só teremos um resultado satisfatório, depois de muitos erros e acertos.

Participando do VIII Sulão,  quando vi a dificuldade de se acender aquelas tochas, me vi pensando em muitas coisas, nas dificuldades enfrentadas para cumprir minha missão, enfim, pensando em nossa prática catequética, inclusive na luta em mudarmos para a catequese de inspiração catecumenal. Quantas tentativas, quanta coisa precisamos adequar, ajeitar, aparar as arestas.

Aquelas tochas não se acenderam não por falta da insistência daquela catequista. Todos nós reunidos ali, com certeza, comungamos de um único desejo, encontrar uma solução para acender as benditas tochas. E o Bispo que estava mais perto, dom Jacinto Bergmann, até tentou ajudar, mas elas permaneceram acesas por pouco tempo, porque não estavam embebidas de um líquido inflamável adequado.

Toda aquela situação foi providencial
Quando dom Leonardo Steiner, toma a palavra, iniciando sua fala, com a espiritualidade das tochas apagadas, aquele lugar foi tomado pelo Espírito Santo.
O CATEQUISTA PRECISA ESTAR EMPAPADO DE CRISTO, SE QUISER SER LUZ...
Num curto espaço de tempo, quanta coisa não passou pela mentes dos que estavam naquele lugar.
‘SERÁ QUE ENQUANTO CATEQUISTA,  LIDERANÇA, ESTOU EMPAPADA DE CRISTO???”
 TENHO SIDO LUZ PARA MEUS CATEQUIZANDOS, PARA AS FAMÍLIAS DESSES CATEQUIZANDOS? TENHO FEITO A DIFERENÇA NA VIDA DELES?
TENHO SIDO LUZ NO MEU GRUPO DE CATEQUISTAS, NA COMUNIDADE ONDE ATUO?
TENHO BUSCADO ME APERFEIÇOAR, ME ADEQUAR AOS TEMPOS ATUAIS?
TENHO TIDO ABERTURA ÁS PROPOSTAS DE MUDANÇAS?
TENHO CONSCIÊNCIA DA NECESSIDADE DE REVER A MINHA MANEIRA DE FAZER CATEQUESE?

Que lindo, quando Deus usa daquele episódio das tochas que não se acendiam, para nos passar a mística daquele encontro: Na catequese dos novos tempos, ninguém, bispos, sacerdotes, coordenadores, catequistas por mais estudos, mais conhecimentos que tenham, não terão êxito, não tocarão corações, se não estiverem EMPAPADOS DE CRISTO.

Cabe a nós, refletir, ruminar o sentido dessas tochas no símbolo usado para representar o VIII Sulão Bíblico-Catequético:
As tochas unidas, formam, juntas, uma única chama. E fazem recordar as palavras de Jesus: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não anda nas trevas” (Jo 8,12). Com essa afirmação de Jesus, os catequistas são convocados a iluminar o mundo, expressando os valores do evangelho: partilha, justiça e paz.”

Reforçando, a luz é Cristo e se serve de nós para iluminar. Só seremos luz, se empapados de Cristo. Se deixamos nos empapar pelas coisas do mundo, seremos tochas apagadas. E tocha apagada, não tem muito valor, é como o figurante de um filme, só faz volume. Somos chamados a sermos CATEQUISTAS PROTAGONISTAS, Tochas acesas, aquele que tem ação principal, que leva a ação à frente, que deixa marcas, que toca corações.

Imaculada Cintra




  http://www.catequeseebiblia.blogspot.com.br/2013/11/o-catequista-precisa-estar-empapado-de.html#links

sábado, 16 de novembro de 2013

É tudo culpa do Papai Noel

  Li este texto lá no blog da Angela e considerei interessante publicá-lo aqui para  que os leitores que por aqui passarem possam opinar sobre o mesmo

Eu ,particularmente, não acho que a catequese ou a Igreja tenham deixado de dar destaque ao Menino Jesus . Menino Jesus sempre foi e continuará sendo símbolo de nosso Natal. Aquele que se se fez menino e pobre e veio ao mundo para nos trazer esperança de um mundo novo.
 Acontece que estamos vivendo  uma época inédita: o fenômeno da secularização
.As práticas religiosas estão sendo deixadas de lado em função do imediatismo e individualismo das pessoas.Deus está ficando esquecido. "Engavetado" dizem alguns.
 Em outros tempos, tudo que havia de mais importante estava associado à religião. Hoje impera o materialismo e o consumismo exagerado. Todos querem "TER" e não se preocupam com o "SER".

 Em época de Natal , então, o apelo ao consumismo ultrapassa o âmbito da normalidade. 
E a  Igreja como se comporta frente a essa nova era?
Vocês acham que a catequese está deixando a desejar neste campo de aprofundar a fé de nossas crianças e jovens? Como essa momento que a Igreja vive nos dias de hoje irá afetar a sociedade futuramente/
 Nosso trabalho na catequese está sendo em vão?

Por favor, deixem seu comentário 

 VEJAM O TEXTO:

E TUDO CULPA DO PAPAI NOEL

Perceberam o quanto nós lutamos contra moinhos de vento em nossa Igreja? De vez em quando se levantam bandeiras de causas totalmente inócuas. É o caso do dia das bruxas, é o coelhinho da Páscoa e muitas outras coisas. A de agora, quando chega o final do ano,  contra o pobre do Papai Noel. Aquele velhinho sorridente de longas barbas brancas e roupa vermelha, símbolo de esperança que povoa o imaginário de muitas crianças. Revolvemos colocar toda a culpa da nossa incompetência em evangelizar e tocar corações, nas costas do bom velhinho.

Temos dito que ele é o símbolo do consumismo e não significa o natal. Concordo. Afinal, São Nicolau, ao iniciar a tradição, apenas queria trazer alegria às crianças pobres no natal. Jamais imaginou que a Coca-cola ia dar-lhe uma roupa vermelha e que sua figura ia ser transformada em tamanho ícone do capitalismo. Mas o fato é que temos dado a ele um fardo grande demais para carregar. Tá certo que ele já carrega um saco a altura de tamanha amolação, mas... Haja saco!

Nunca, na verdade, nos esforçamos para transformar o Menino Jesus em símbolo do Natal. O menino na manjedoura como símbolo de esperança e salvação, não nos lembra o Jesus adulto que carregou no pó das suas sandálias tanto discípulos. Cristo adulto é para nós modelo e mensagem. Do Cristo menino, pouco sabemos. Lembramos dele no natal e só. A ternura do menino nascido num estábulo, não lembra às crianças aquilo que elas vão necessitar somente na vida adulta: fé.
Quando criança, precisamos de coisas palpáveis que façam parte do nosso mundo. Brinquedos, por exemplo. Talvez seja isso que faça com que a maioria das crianças, confie bem mais no velhinho que atravessa os céus em um trenó movido a renas, cheio de presentes. É de praxe. Copiamos e vivemos muitos modelos americanos. E também, é bem mais fácil para as crianças confiar num adulto, que lembra o vovô, do que num pobre menino que nasceu num berço de palha.

Independente de ícones e símbolos, o significado do Natal está arraigado de alguma maneira, em cada um de nós. É uma época mágica. De luzes, enfeites, presentes, encontros. É uma época em que um pouco daquela bondade escondida em nós, vem à tona. Sim, deveríamos transportar estes sentimentos de fraternidade e perdão, para o resto do ano, mas temos falhado nisso, de modo miserável.

Fato é que todos nós temos lembranças de natais de nossa infância. Maravilhosos ou não, trazem ao nosso coração aquela doce nostalgia de uma época em que ainda tínhamos a inocência de acreditar em Papai Noel, onde havia esperança, muito mais que de presente, de encontro, de abraço, de rever parentes, de festa. Claro que hoje a mídia e o comércio deram ao natal uma roupagem por demais materialista. Nossas crianças não se contentam mais com simples bonecas e carrinhos. Videogames de oitava geração, Ipods, celulares cibernéticos, Barbies que cantam, dançam e, se duvidar: expressam até sua opinião; estão bem mais ao gosto delas. São os novos tempos. E lutar contra o futuro, é fazer como Dom Quixote, lutar contra moinhos de vento imaginando que são dragões.

Definitivamente, Papai Noel existe! E está aí, estampado em outdoors e decorando as vitrines de todas as lojas, para quem quiser ver.  Então, ao invés de lutarmos contra ele, porque é que não gastamos nossas energias na Novena de Natal, numa campanha de alimento e presentes? Porque não temos catequese no Natal? Porque numa época tão maravilhosa e cheia de significado religioso, damos férias a nossas crianças? Deve ser porque precisamos de tempo para correr todas as lojas, tão lindamente enfeitadas, exercendo nosso “consumismo”...  


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Amigos são como Deus os fez..

Não procure amigos sem defeitos...


Não ande à procura de amigos que não tenham defeitos, porque então ficará a vida inteira sem amigos. Mas, não procure os defeitos nos seus amigos, porque então aos poucos os seus amigos irão deixando-o, e assim acabará ficando sozinho.

Não ame seus amigos só porque não tem defeitos; ame-os, apesar dos seus defeitos; e, se quiser, ame-os precisamente por causa de seus defeitos, pois o fato de terem defeitos quer dizer que são mais humanos.

Não pretenda exigir que seus amigos sejam melhores que você; se decerto o forem, seja grato e aproveite seus exemplos e sua influência benfazeja; se não o forem, respeite-os e ofereça-lhes sua ajuda para que melhorem; mas com paciência, com compreensão, com bondade, com o máximo respeito pela personalidade deles.

Não pretenda mudar seus amigos; deixe-os que sejam como Deus os fez; não se preocupe se você não é como eles. Também você tem direito de ser como Deus o fez; isto sim, tanto eles quanto você, é que devem ser "como Deus os fez" e não como o pecado da soberba e do egoísmo os desfez. Não é conveniente desfazer a obra de Deus.

"Um amigo fiel é uma poderosa proteção; quem o achou, descobriu um tesouro. Nada é comparável a um amigo fiel. O ouro e a prata não merecem ser postos em paralelo com a sinceridade de sua fé. Um amigo fiel é remédio de vida e imortalidade; quem teme o Senhor achará esse amigo" (Eclo 6,14-16). Seu grupo de amigos é algo que deve conservar, porque você e eles precisam dele."



Quer ler mais sobre amizade? 
Clique aqui

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

E você o que é.... Leia e reflita

 Visitando blogs de catequistas, encontrei esse texto  de Rubem Alves, bem pertinente à nossa condição de catequistas ou simplesmente cristãos. Vale a pena ler e refletir sobre  a pergunta induzida  através dele:

 

E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?


RUBEM ALVES:
MILHO DE PIPOCA

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.

O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.

O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.

Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.

São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que é o seu jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor.

Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.

Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. Pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: Bum! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, com que ela mesma nunca havia sonhado.

Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.



E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?





Visitem o blog da Imaculada. Um blog bastante dinâmico e com posts sensacionais.




sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Mães Más: Texto para a semana da família



 Um texto para refletir sobre  nossas atitudes como pais. Leia com atenção e repense suas ações. 
Estaria sendo um pai ou uma mãe muito permissiva?


Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver, além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci. Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
- "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos à toda hora (ligava no nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Era quase uma prisão!
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata!
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:

- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como ela foi. 
 
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!


Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Tema: Catequese e família


A catequese pergunta: E a família como vai?

À medida que a família cristã acolhe o Evangelho e amadurece na fé,
torna-se comunidade evangelizadora.” (João Paulo II )


Uma historinha nos ajuda a refletir
:
Uma catequista pediu aos catequizandos que elaborassem um texto sobre o que gostariam que Deus fizesse por eles.
Quando terminou o encontro de catequese, ela chegou em casa e começou a ler as mensagens.
Uma mensagem a deixou profundamente emocionada e intrigada.
Seu esposo ao chegar, viu-a a chorar e perguntou:
O que é que aconteceu? Ela respondeu: Leia você mesmo. O texto era uma oração e dizia assim:
"Senhor, esta noite peço-te algo especial::
Transforma-me numa televisão. Quero ocupar o lugar dela. Viver como vive a TV da minha casa.
Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família à volta... Ser levado a sério quando falo...
Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.
E ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar...
E ainda, que os meus irmãos fiquem discutindo para estar comigo...
Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em
quando, para passar alguns momentos comigo.
E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos.
Senhor, não te peço muito... Só quero viver o que vive qualquer televisão".
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse: Meu Deus, pobrezinho deste menino! Que pais ele tem? E ela olhou-o e respondeu:
Esta é a mensagem que nosso filho escreveu?

REFLETINDO:

  • o que esta historinha nos diz sobre a família e a catequese? Que lição podemos tirar dela?

sábado, 10 de agosto de 2013

O TESOURO DO REINO



11 de agosto: 19º domingo comum

 Jesus nos convida hoje a ajuntar um tesouro no céu e a fortalecer a fé no Deus que deseja dar-nos seu reino.

Se, diante da violência, da tragédia, da doença e da morte, o medo paralisa, a confiança em Deus faz ir além, pois ter fé é dar espaço para que Deus aja em nós e nos outros.

Esse reino que Deus quer nos dar, nós o vamos descobrindo já aqui, à medida que nos decidimos a agir de acordo com aquilo que o Mestre nos ensinou, à medida que nos decidimos a ajuntar um tesouro que não é dinheiro e não são bens materiais, mas ações de bondade que levamos para a eternidade.

E as palavras de Jesus nos levam a perguntar onde estará hoje nosso coração. O coração, para o povo da Bíblia, representa o interior mais profundo, onde sentimos e sobretudo decidimos. Onde está o nosso coração? Que tipo de decisão tomamos no dia a dia? Que tesouro estamos construindo em nossa passagem por este mundo?

O tesouro de que Jesus fala é o próprio reino de Deus acontecendo em nós, quando agimos com fidelidade, na esperança do retorno definitivo do Senhor. Não podemos saber quando será nosso encontro definitivo com Deus, mas só com a lâmpada acesa da fé e preparados em atitude de serviço (rins cingidos) poderemos abrir-lhe sem medo a porta de nossa vida quando for o momento.

E então o Senhor entrará e transformará nossa vida num eterno banquete, que ele mesmo servirá. Deus resgatará então nossos gestos de serviço, pequenos que sejam, e, mostrando-se mais uma vez, ele mesmo, servidor, nos tornará plenos com sua graça.

Até lá, o desafio é continuar vencendo o medo que nos deixa paralisados diante da violência e do mal no mundo; até lá, continuemos vigilantes, em atitude de serviço e doação da vida aos mais necessitados. Felizes seremos, então, pois o Senhor terá encontrado o tesouro do seu reino em nosso coração.

Pe. Paulo Bazaglia, ssp

domingo, 23 de junho de 2013

Como permanecer na graça de Deus

Sete pontos para permanecer na graça de Deus:

  • Primeiro ponto: A vida espiritual.  
Não deixe a oração para depois. Não diga vou rezar depois. Coloque a oração como mais importante. Ficar a sós com Deus que continua cantando que procura abrigo nos corações. A oração tem que estar em primeiro lugar. Orar é parar para estar com Deus, é colocar a oração acima de tudo. Não deixe que paire na sua cabeça de que aquilo que Deus te deu é só isso, não, porque Ele tem muito mais para você.

  • Segundo: Amizades verdadeiras:  
Escolha bem as suas amizades, não despreze ninguém a sua volta, mas preste atenção com quem você anda. São pessoas que te constroem? Nós precisamos de amizades verdadeiras que nos levem a compreender a ação de Deus na nossa vida.

É preciso andar com quem constrói em você a novidade de Deus. Não ande com quem não lhe constrói. Agora o que vamos fazer com as pessoas que estão ao nosso lado? Partilhar com o outro pedindo que a pessoa te ajude a ser mais de Deus, que ela te ajude a não ter mais os comportamentos que não são coerentes. Se não somos sinceros um com o outro então não é amizade.

Quem tem que fazer a escolha é você que recebeu as graças, porque o mais importante é permanecer na graça.

  • Terceiro: Tenha metas: 
 Que tipo de pessoa você decide ser? 
Madre Tereza de Calcutá dizia: “Não importam as circunstâncias, nem se ninguém vai me compreender, eu vou seguir em frente, porque eu vou me transformar na pessoa que eu me decidi ser.

Depois das graças recebidas qual é a sua meta. Uma meta que diz respeito a você?
 Um convite, é um convite de Nosso Senhor, é para que você seja santo, mas que você o seja em todos os aspectos.

Escreva sobre as suas metas, é claro que a nossa meta é o céu, mas qual é a meta na sua família? É perdoar? É sorrir? Porque talvez você já não dê nenhum sorriso há muito tempo. Talvez a sua meta seja não reclamar mais, e você terá que reunir todas as forças para não reclamar.

Não brinquemos com a graça que recebemos. Foi Deus que te ama, quem derramou sobre você essas graças e a gente não brinca com quem nos ama.

É preciso se confessar. Não construa coisas novas em cima das máscaras. Deus te ama então não tenha medo de tirar as máscaras. Deus vê o coração sonda com compaixão, pois Deus só sabe amar você.

  • Quarto ponto: Você tem que ter quem te conhece de verdade. 
Estamos em um mundo de muitas mentiras, um mundo de aparências. É preciso ter alguém com quem você se encontre, e que você pode falar tudo. Pode ser um diretor espiritual ou um amigo. .

Nosso Senhor não constrói nada sobre os escombros, Ele quer fazer tudo novo. É preciso eleger uma pessoa e dizer a ela(e): meu amigo eu quero contar tudo para você o que está se passando comigo, coisas da minha alma.

Você precisa ser quem você é, por causa da graça que você recebeu, e porque você não quer entrar nessa onda de viver de aparências e por isso você precisa ter alguém que te conhece mesmo, de verdade.

  • Quinto ponto: Viver em atitude de vigilância. 
 O que precisamos vigiar? O que você quer de fato? Eu quero ser de Deus. Então vigie naquilo que te rouba de Deus, aquilo que te leva ao pecado.

Vigiar para que o mal não se aproxime. Você tem todo o direito de pedir a Nosso Senhor, então peça agora: “Meu Deus me livra da tentação que me derruba, me livra da tentação que me faz cair, porque eu não tenho forças. Livra me Senhor do mal que domina o meu jeito de falar."
Viver assim é muito duro, mas é assim que um cristão vive. É assim mesmo, nós ainda não estamos no céu, mas nós vamos para lá em uma atitude de vigilância, e por isso recebemos tanta graça de Deus. É por causa da vontade de Deus, por causa dos seus desígnios, que eu aqui estou, mas eu sou igualzinho a você, então por isso preciso vigiar sempre.

Santo Agostinho diz que o cristão que não controla a boca, não consegue controlar mais nada. Jesus não está brincando conosco e o tempo está passando rápido.

  • Sexto ponto: Colocar-se a serviço do próximo. 
Você precisa ter um apostolado, este é o remédio contra todo o egoísmo. Porque a graça que Deus deu, ela não é só para você, ela é tão grande que deve crescer em você e transbordar para o outro. Já não perguntamos mais como o outro está com medo que ele diga que não está bem e aí você ter que ouvir, e você está sem tempo. Isso não é ser cristão.
Quem não sabe fazer coisas ao outro, nunca vai saber se dar ao outro, porque ficamos com medo de entregar o nosso olhar ao outro. Quando é que vamos ser capazes de fazer da nossa vida um serviço?, De dar o nosso rosto e poder chegarmos a ser como Jesus? Você precisa servir alguém. Mate de amor aquele que está ao seu lado! Quem sabe dando um copo d'água.
  • Sétimo ponto: Tenha paciência consigo mesmo e com os outros. È isso mesmo. Sabe porque? Nem tudo acontece de uma só vez. A vida do cristão é um cai e levanta, então tenha paciência com você e com os outros.

Jesus está dizendo aqui nesta parábola (ver: São Mateus 13,24)como o reino de Deus se estabelece aqui dentro de mim e de você e São Paulo nos explica, sobre as lutas que vivemos dentro de nós. Por isso monsenhor Jonas nos fala tanto: Aguenta firme meu filho!

Porque temos tanta coisa boa mas dentro de nós cresce trigo e também o joio, então tenha paciência, porque muitas vezes temos vontade de arrancar tudo, não faça isso. Tenha paciência, porque nosso Senhor vai voltar e os anjos vão separar o joio do trigo de dentro de nós.

O trigo quanto mais cresce, mais ele floresce, e ele se dobra, agora o joio não se dobra. Esta luta dentro de nós deve nos levar a adoração ao Santíssimo Sacramento para nos dobrar diante de nosso Senhor Jesus Cristo.

Se vivermos um desses sete pontos buscando a perfeição, com certeza nós vamos nos santificar. Abra-se pois Jesus quer se revelar a você!


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