Mostrando postagens com marcador semana da família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador semana da família. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de agosto de 2024

O que te diz essa imagem? Desafio nº23/2024



Uma família unida e feliz a admirar o luar.



O dia foi corrido e cansativo para mamãe raposa que sozinha cuida dos quatro bebês. 

Não que o papai delegou tudo à mamãe . Mas como em toda família, papai é  provedor. 

Neste momento mesmo , papai deve estar de tocaia espiando galinhas no galinnheiro do fundo de algum quintal, pronto para o ataque.

Pobre galinhas ! Já perceberam a aproximação do predador e estão todas alertas.

A barulheira é infernal, o que impossibilita o ataque .

Que "profissão perigosa" a do papai!

Corre o risco de ser atingido por uma "bala perdida".

Já cansou de ver o dono das galinhas , rifle em punho a vigiar o local.

É preciso muito cuidado.

Enquanto isso , mamãe raposa leva os pequenos para um passeio ao ar livre . 

São todos ainda muito pequenos , mas o luar está tão lindo que não teve como resistir.

**********

https://youtu.be/2UD5mEidoHw?si=W8EVRD3fQdpsSO1I


Mais participações, AQUI

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA





A família é muito mais do que um simples grupo de pessoas, unidas de qualquer jeito, e vivendo juntas na mesma casa. É muito mais do que isso, ela é a célula mãe da humanidade.
Quando Deus quis que a humanidade existisse, a projetou baseada na família; por isso ela é sagrada. Não foi um Papa, um Bispo ou um Cardeal que a instituiu, mas o próprio Deus, para que ela fosse o berço e o escudo de proteção da vida humana na terra.
Marcada pelo sinete divino, a família, em todos os povos, atravessou os tempos e chegou até nós no século XXI. Só uma instituição de Deus tem esta força.
Ninguém jamais destruirá a força da família por ser ela uma instituição divina. Para vislumbrar bem a sua importância basta lembrar que o Filho de Deus, quando desceu do céu para salvar o homem, ao assumir a natureza humana, quis nascer numa família.


?FAMÍLIA : Lugar do encontro e do perdão


Vida familiar é um lugar privilegiado para que os relacionamentos entre pessoas aconteçam. Um lar harmonioso começa a ser construído à medida que se procura amadurecer as relações. Para que isto aconteça é necessário paciência, diálogo e desejo sincero de querer que estes encontros aconteçam. Nenhum pai ou mãe tem o direito de repetir com os seus filhos os desencontros que teve em seu ambiente familiar. Por isso mesmo é necessário que o casal se conheça bem e tenha feito uma experiência madura durante o seu tempo de namoro.

Encontrar-se em família pode ser uma das experiências mais enriquecedoras que fazemos ao longo de nossa vida. Família é um espaço sagrado onde o amor deve reinar. Em um ambiente, no qual o outro não se sente amado e acolhido, sentirá que nunca poderá ser compreendido. Jesus nos ensina que uma relação bem sucedida exige que estejamos de coração aberto.

As melhores reuniões em família nascem na espontaneidade do dia a dia. Todo momento em família é oportunidade para que todos se encontrem. Pai e mãe, filhos e pais, netos e avós… Cada encontro é uma oportunidade para demonstrarmos às pessoas que convivem conosco o quanto as amamos. Perdemos grandes oportunidades, ao longo de nossa vida, de fazermos de cada momento em nossa família um tempo único e especial.

Um verdadeiro encontro só acontece quando há disponibilidade de ambas as partes. Ninguém se encontra sozinho. Encontramo-nos à medida que nos encontramos com outras pessoas, pois o outro nos ajuda a nos conhecermos a cada dia um pouco mais.

A família é um lugar de perdão, misericórdia, reconciliação e oração entre pessoas, as quais, ao longo da vida, fazem a experiência de amor entre si.



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Construir a casa é construir a vida!

Este pequeno conto foi utilizado para ilustrar um encontro de catequese.

 Iluminação : Evangelho de Mateus 7, 25 a 27

 7.24. "Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as observa, será comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a Rocha."

7.25 "Desceu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela não caiu; pois estava edificada sobre a rocha

7.26 "Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as observa, será comparado a um homem néscio, que edificou a sua casa sobre a areia."

7.27 "Desceu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu: e foi grande a sua ruína.

LEVAR PARA A VIDA:
  • identificar "ROCHA" como conduzir sua vida com base em ensinamentos cristãos. Cristo é a "ROCHA" sobre a qual devemos apoiar e conduzir nossas vidas e então dificilmente sua "casa" ruirá.
  • ventos, chuvas , tempestades são símbolos de turbulência  , tentações em desviar  nossos caminhos por vias aleatórias que fogem aos princípios cristãos
  • identificar "construir sobre a areia" como construir sua vida sem base alguma , sem fixação na rocha que é Cristo.
  • Muitos seguem sua vida apenas guiados pelo imediatismo e necessidades materiais. Não praticam a fraternidade e o amor ao próximo. 
  • "e foi grande a sua ruína" termina o versículo 27: aqui Jesus deixa a  ideia de juízo a que todos seremos submetidos, alerta para a perda do destino da vida e da existência.
  • " De que que vale ao homem ganhar esse mundo ,se vier a perder a sua alma"
Cada catequista usará de seu conhecimento e criatividade para fundamentar o tema do encontro
****************************************************************************** 

 Parábola-"Construa com Sabedoria"
 Valtair Freitas
construa sua casa em bases sólidas
Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar.
Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família.
Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.
A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia.
Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira.
Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa.
E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse:
“Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você”.
O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena!
Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente.
 *********************************#*******************************************
O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção.
Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos.
Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás.
Você é o carpinteiro.
Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes.
Alguém disse que “A vida é um projeto que você mesmo constrói”.
As atitudes e escolhas de hoje estão construindo a “casa” que você vai morar amanhã.
Construa com Sabedoria!


Podera góstar de :
*******

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Encerrando a Semana Nacional da Família


caminhada pela paz  neste  último domingo em minha cidade
Encerramos no domingo anterior, a Semana Nacional da Família, formadora de valores cristãos . Faz parte do calendário da Igreja , dedicar a  semana  que se inicia no 2º domingo de agosto, dia dos pais, atividades   com ênfase à importância da família  para a sociedade 

Nesta semana as paróquias animadas pela Pastoral da Família estão incumbidas de preparar programações envolvendo as famílias , favorecendo a integração familiar e ressaltando os valores e virtudes da mesma.

A igreja acredita na família como instituição transformadora na sociedade. Sabe da importância de famílias bem estruturadas para uma sociedade bem equilibrada. Parte do princípio de que tudo passa pela família. É ela a 1ª escola onde se inicia a educação para o valor da vida, aprende-se as primeiras virtudes e consolidam-se valores.

O futuro da humanidade passa pela família” disse o Papa João Paulo II. É necessário que as famílias de nosso tempo tomem novamente altura. É necessário que sigam a Cristo”.

O mundo de hoje, com suas exigências advindas da modernidade acaba fazendo com que os pais passem muito tempo fora de casa, ocupados no trabalho. O que resulta em pouco tempo para os filhos. Mas, esta situação pode ser revertida, se esse pouco tempo for aproveitado de forma construtiva. Proporcionar momentos de convívio onde se exercita o amor, o carinho e se valoriza o companheirismo, pode ser uma tentativa.

Pessoas são sempre pessoas. Não importa os avanços tecnológicos, a velocidade das informações. Pessoas são passíveis de aprendizado. Em qualquer época. Em qualquer situação. Os valores são sempre os mesmos. O que muda é a maneira de pensar de cada um.

Estabelecer na família um clima de confiança e honestidade. Saber ouvir, dialogar. Conquistar a confiança, perguntando sempre, sem se impor. Ajudar o filho a construir um espírito crítico ajuda-o a não substituir a orientação dos pais,sabendo discernir mais  o que aprende em casa , não atendendo aos apelos da mídia que também exerce grande influência na educação dos filhos de hoje.

Cultivar a presença de Deus na família ajuda o filho a construir uma linguagem religiosa, que o levará gradativamente ao amadurecimento da fé. 
 
entrada da Sagrada Família
"A família é um bem necessário para os povos, um fundamento indispensável para a sociedade e um grande tesouro para as pessoas durante toda sua vida. É um bem insubstituível para os filhos que hão de ser o fruto do amor, da doação total e generosa dos pais" (Bento XVI ) 

 
abençoa Senhor as famílias , amém. Abençoa Senhor a minha também!


 POderá gostar de :


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Mães Más: Texto para a semana da família



 Um texto para refletir sobre  nossas atitudes como pais. Leia com atenção e repense suas ações. 
Estaria sendo um pai ou uma mãe muito permissiva?


Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver, além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci. Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
- "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos à toda hora (ligava no nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Era quase uma prisão!
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata!
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:

- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como ela foi. 
 
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!


Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Tema: Catequese e família


A catequese pergunta: E a família como vai?

À medida que a família cristã acolhe o Evangelho e amadurece na fé,
torna-se comunidade evangelizadora.” (João Paulo II )


Uma historinha nos ajuda a refletir
:
Uma catequista pediu aos catequizandos que elaborassem um texto sobre o que gostariam que Deus fizesse por eles.
Quando terminou o encontro de catequese, ela chegou em casa e começou a ler as mensagens.
Uma mensagem a deixou profundamente emocionada e intrigada.
Seu esposo ao chegar, viu-a a chorar e perguntou:
O que é que aconteceu? Ela respondeu: Leia você mesmo. O texto era uma oração e dizia assim:
"Senhor, esta noite peço-te algo especial::
Transforma-me numa televisão. Quero ocupar o lugar dela. Viver como vive a TV da minha casa.
Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família à volta... Ser levado a sério quando falo...
Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.
E ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar...
E ainda, que os meus irmãos fiquem discutindo para estar comigo...
Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em
quando, para passar alguns momentos comigo.
E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos.
Senhor, não te peço muito... Só quero viver o que vive qualquer televisão".
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse: Meu Deus, pobrezinho deste menino! Que pais ele tem? E ela olhou-o e respondeu:
Esta é a mensagem que nosso filho escreveu?

REFLETINDO:

  • o que esta historinha nos diz sobre a família e a catequese? Que lição podemos tirar dela?

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

10 mandamentos para a paz na família




1. Tenha fé e viva a Palavra de Deus, amando o próximo como a si mesmo...

2. Ame-se, confie em si mesmo, em sua família e ajude a criar um
ambiente de amor e paz ao seu redor...

3. Reserve momentos para brincar e se divertir com sua família, pois a criança aprende brincando, e a diversão aproxima as
pessoas...

4. Eduque se filho através da conversa, do carinho e do apoio e tome cuidado: quem bate para ensinar está ensinando a bater...

5. Participe com sua família da vida da comunidade, evitando as más companhias e diversões que incentivem a violência...

6. Procure resolver os problemas com calma e aprenda com as situações difíceis, buscando em tudo o seu lado positivo...

7. Partilhe seus sentimentos com sinceridade, dizendo o que você pensa e ouvindo o que os outros têm para dizer...

8. Respeite as pessoas que pensam diferente de você, pois as diferenças são uma verdadeira riqueza para cada um e para o grupo...

9. Dê bons exemplos, pois a melhor palavra é o nosso jeito de ser...

10. Peça desculpas quando ofender alguém e perdoe de coração
quando se sentir ofendido, pois o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar...

 

(Fonte: Pastoral da Família da CNBB)

Poderá gostar também

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Semana da família na catequese


Família e Catequese
Entre tantas crises que vivemos nos dias atuais, fala-se insistentemente da crise da família. Mas não é a família que está em crise, porque todas as pessoas querem, buscam e procuram formar uma família, mesmo que não seja aquela família criada, querida e abençoada por Deus.
A família é uma realidade presente na vida humana desde o início da humanidade. Os primeiros capítulos do livro de Gênesis nos mostram isto. O que de fato está em crise – e o último censo com os primeiros dados publicados recentemente confirmam – é o matrimônio. O casamento religioso, especialmente, não é mais tão buscado e a sua realização não passa, muitas vezes, de um ato tão somente social.
A família continua sendo, em qualquer das suas expressões, o melhor espaço e a mais oportuna realidade para formar e orientar os filhos rumo a uma vida verdadeiramente humana, cristã e feliz. Ninguém como o ser humano, na sua infância, é carente de segurança, de carinho e de proteção.
A psicologia atual mostra seguramente que, desde o útero materno, a criança já vai assimilando e sentindo se é querida, se é amada e desejada. Portanto, desde esse tempo a mãe e o pai – a família – devem ajudar a nova vida a se desenvolver em todos os sentidos e aspectos, evitando trazer consigo problemas, complexos e traumas que irão desabrochar com o seu crescimento.
 
Portanto, a educação da fé, que é um processo catequético, não começa na catequese de primeira Eucaristia, como é pensamento de muitas pessoas. A catequese deve, de fato, começar quando a criança ainda não veio à luz.

Mandamentos para pais e filhos

Vamos refletir sobre um conjunto de dez mandamentos que poderão ajudar a vivência familiar. Em primeiro lugar vejamos os “dez desejos” dos pais em relação a seus filhos.

Os pais desejam que seus filhos:
1. cresçam e sejam felizes, realizados e respeitem a si mesmos e aos outros.
2. Estudem e saibam ter auto-estima, sintam-se capazes e úteis aos outros e satisfeitos no trabalho.
3. Tenham uma vida sadia no plano físico, psíquico, espiritual. Não tenham vícios.
4. Sejam responsáveis, tenham disciplina e conheçam os valores.
5. Nas dificuldades não percam a confiança conservando a paz interior e o desejo de vencer os problemas.
6. Não alimentem sentimentos de culpa em relação ao passado, medo do futuro, mas vibrem com o presente.
7. Sejam positivos e colaborem na vida familiar, pois os pais também aprendem com os filhos.
8. Evitem más companhias, tenham coragem de corrigir o que é mau e decidir pelo bem.
9. Sejam sensíveis com os outros, saibam partilhar, sejam solidários superando todo egoísmo.
10. Não percam o bom humor, saibam desdramatizar os problemas e buscar ajuda, para serem cidadãos construtores da sociedade nova mais humana e justa.

Vejamos agora as “dez maneiras” de os pais estragarem seus filhos:

1. Dar tudo o que os filhos quiserem.
2. Achar graça quando disserem nomes feios.
3. Nunca dar orientação religiosa.
4. Juntar tudo o que eles deixam jogado e desarrumado.
5. Discutir e brigar na presença deles.
6. Abarrotá-los de brinquedos, dinheiro, mimos, superproteção.
7. Não exigir nada, satisfazer todos os seus desejos.
8. Dar-lhes sempre razão, tomando sempre seu partido, desculpá-los sempre.
9. Estar sempre ausente, não acompanhar, acomodar-se, omitir-se.
10. Nunca elogiar, não dar carinho, não ter tempo e vingar-se.

Quais são os “dez mandamentos” do casal?

1. Nunca dramatizar os defeitos, mas saber elogiar as qualidades.
2. Nunca gritar um com o outro, nem fechar-se, mas sempre dialogar.
3. Saber ceder, saber perder, saber recomeçar perdoando sempre.
4. Dizer a verdade com amor.
5. Nunca humilhar o outro, principalmente diante de outras pessoas.
6. Não culpar, nem ridicularizar o outro recordando erros do passado.
7. Nunca ser indiferente “gelando” o outro. A indiferença dói mais que uma bofetada.
8. Nunca ir dormir sem perdoar.
9. Admitir as próprias limitações e procurar melhorar. É o dom da auto-crítica.
10. Rezar juntos, rir juntos, passear juntos e lembrar-se que quando um não quer, dois não brigam.

Por fim analisamos os “dez mandamentos” para construir uma família ideal:

1. Respeito mútuo na vivência cotidiana.
2. Sinceridade no falar e agir.
3. Generosidade nas tarefas da família.
4. Alegria e senso de humor que gera visão otimista e positiva de vida.
5. Tolerância que é resultado da cordialidade e da compreensão.
6. Consciência da dignidade da pessoa gerando relacionamentos de igualdade.
7. Flexibilidade para evitar rigorismos e permissividade.
8. Fidelidade cumprindo as responsabilidades e deveres.
9. Simplicidade e calor humano que leva a desdramatizar os problemas e encontrar soluções para as dificuldades.
10. Confiança nas pessoas e nas suas capacidades o que gera esperança e amor em quatro direções: dialogo, perdão, ternura e oração.

 Dom Orlando Brandes


Sabemos como é difícil atingir a família ideal. Muitas vezes os pais  sentem-se impotentes. Achamos que já fizemos tudo e que nada conseguimos.Entretanto esforçando-nos ao máximo, dando o melhor de nós por uma família mais feliz estaremos "enchendo de água a nossa talha", como nas Bodas de Caná (Jo:2, 1-11)  em que Jesus transformou a água no melhor dos vinhos. Confiemos em que assim também , nossa família será transformada.