Mostrando postagens com marcador dinâmica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dinâmica. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

dinâmica para encontro de pais na catequese




Preparação:

Providenciar duas folhas de cartolina, ou de papel pardo (papel de embrulho); canetões pretos e coloridos; cola para papel.
Escolher duas pessoas para levarem o cartaz no início do encontro; e escolher mais três pessoas para uma atividade.

Acolhida:

À medida que as famílias vão chegando, pedir que um dos membros escreva o sobrenome da família na cartolina (ou papel pardo), com canetão preto.

Oração inicial:

O/A catequista dá as boas-vindas e faz a acolhida das famílias com o sinal da cruz. Depois, convida a cantar. (sugestão: Reunidos aqui, para louvar o Senhor)

Enquanto se canta, entra o cartaz com o nome das famílias. Ele é colocado na frente, preso em um quadro ou parede.

Então, as duas ou três pessoas escolhidas para a atividade recebem um canetão, de cores diferentes, e vão ligar os nomes, um a outro, formando uma rede colorida. (Continuar a cantar até que a rede esteja pronta).

Perguntar a todos o que significam as linhas que unem os sobrenomes das famílias. (dar alguns minutos para que falem).

{A rede de famílias representa as relações entre as famílias na comunidade, bem como os elos que formam novas famílias}




Em seguida, um(a) catequista proclama a Palavra de Deus: Gn 2,18-24
Fazer alguns minutos de silêncio, e convidar todos a rezar a

 Oração da Família do Papa Francisco:

Jesus, Maria e José, em Vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor e, confiantes, a Vós nos consagramos.

Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas.

Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.

Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do carácter sagrado e inviolável da família, da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Amém.


sábado, 8 de abril de 2017

Dinâmica para catequese / preparação para a Páscoa

A Cruz



Material: cruz, vela grande, toalha ou TNT na cor vermelha, aparelho de som, CD com músicas suaves, gravuras diversas sobre situações em que a vida está ameaçada, tiras de TNT branco.

Desenvolvendo ...

1- Preparar o ambiente fazendo um semicírculo com cadeiras colocando gravuras em seus assentos.

2- Colocar uma mesa na frente, cobri-la com a toalha vermelha. Em cima dela vai o crucifixo e a vela grande acesa.

3- Deixar tocar baixinho um CD com músicas suaves.

4- Convidar os catequizandos para entrar em silêncio, pegar a gravura na cadeira e sentar.

5- Olhar atentamente a gravura para perceber a realidade que ela trás.

6- Convidar para que espontaneamente, mostrem a figura e digam do que se trata, apontando a existência destas situações dentro da comunidade.

7- Depois que todos falarem, dividi-los em quatro grupos. O grupo vai descobrir qual seria a atitude de Jesus diante destas situações e apresentá-las ao grande grupo. Ao apresentar, colocar as figuras diante da cruz, na mesa.

8- Ler João 3, 13-17e responder as seguintes questões:
-Que sentimentos Deus tem por nós?
-A Quem Deus oferece para que todos tenham muita vida? O que você conhece dele?
-Jesus se oferece ao Pai em nome da humanidade. Como isto acontece?
9– Pegar a cruz e pedir que cada catequizando a segure, falando que sentimento tem em sua vida olhando para Jesus que se doa totalmente. Ex.: Sentimento de gratidão, pois pela cruz, seu amor nos abraça.

10– Entregar uma tira de TNT branco, e pedir que escrevam um agradecimento a Jesus. E esta tira, será colocada na cruz.

11– Convidar a todos para ficarem de pé ao redor da mesa. Introduzi-los na oração:
-Pedir para ficarem em silêncio se preparando para a oração.
-Fazer o sinal da cruz devagar.
-Cada um reza o agradecimento que fez e todos repetem a oração: Obrigado, Senhor, que por amor morrestes e ressuscitastes, trazendo-nos a salvação.
-Encerrar a oração com um canto apropriado.
12– Propor para que pratiquem durante a semana uma atitude de Jesus mencionada no encontro.



fonte : revista "sou catequista "




domingo, 2 de abril de 2017

DINÂMICA PARA CAMPANHA DA FRATERNIDADE /2017


BIOMAS BRASILEIROS e DEFESA DA VIDA


Para desenvolver o tema da Campanha da Fraternidade 2017 “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15) é necessário sondar das crianças o que elas sabem sobre o assunto, como elas cuidam da criação de Deus etc.




Para isso, podemos atingir o objetivo de uma maneira dinâmica. O catequista distribuirá uma sacola plástica (essas de  supermercado) e uma ficha com uma pergunta, o catequizando dobra a pergunta e coloca dentro da sacola plástica, em seguida enche a sacola e amarra.

O catequista coloca uma música bem legal e todos os catequizandos realizam a troca de sacolas jogando-os para cima. Não vale estourar as sacolas. Após a troca de sacolas todos sentam no chão em circulo com a sacola na mão. 

O primeiro catequizando abre a sacola plástica, tira a pergunta, escolhe um colega e faz a pergunta para o escolhido responder. A cada pergunta feita, o catequista junto com a turminha vai refletindo sobre as respostas.

No final da dinâmica, convidar as crianças a levar a sacola plástica e recolher materiais recicláveis, se houver entrega seletiva na cidade, sugerir para colocar o material recolhido para coleta, ou o catequista providencia a entrega em algum local de recolhimento.





Vejam quais perguntas podem ser feitas:
  1. O que você faz para poupar água?
  2. O que você pode fazer para poupar energia elétrica?
  3. O que você pode fazer para diminuir a produção de lixo?
  4. O que você faz para colaborar com o meio ambiente?
  5. O que você mais gosta na natureza?
  6. Você se considera parte da natureza? Por quê?
  7. Qual a importância da água?
  8. Qual a importância da terra?
  9. Para você, qual é o maior problema ambiental?
  10. A pobreza é um problema ambiental? Por quê?
  11. A superpopulação urbana é um problema ambiental? Por quê?
  12. O que você pensa sobre pássaros em gaiolas?
  13. O que você pensa sobre consumismo?
  14. Como você se sente quando vê pessoas com má postura ambiental?
  15. Qual o lugar que você mais gosta de estar? Por quê?
  16. Pra você, quais as diferenças entre viver em um ambiente urbano (cidade) e um ambiente rural (campo)?
  17. Para você, por que é tão difícil mudar hábitos e atitudes?
  18. Você acha que a catequese ajuda com o meio ambiente?
  19. Você se preocupa com o meio ambiente? Por quê?
  20. Se Jesus Cristo voltasse hoje, o que diria sobre o mundo criado por Deus e dado a nós para cuidar?


sexta-feira, 10 de março de 2017

DINÂMICA: O TERÇO NA CATEQUESE

ANO MARIANO

:Vamos incentivar nossas crianças ao conhecimento , amor e devoção a Maria, através da reza do terço


Terço das rosas 



Essa é uma proposta muito bonita que a catequista Nilva Mazzer, de Maringá, no Paraná, idealizou. É uma boa forma de apresentar o significado e a importância da oração do Terço para as crianças, jovens e adolescentes, e também para suas famílias. Adaptando a proposta da Nilva, cremos que se pode convidar os pais e mães dos catequizandos para uma tarde especial de oração e realizar esta dinâmica de oração. E depois, no encontro com os catequizandos, resgatar o que sentiram e o que entenderam durante a oração, para reforçar a história, pois os catequizandos muitas vezes se dispersam.

Material necessário:

50 rosas brancas (que vão representar as Ave-Marias);
3 rosas cor-de-rosa (que vão representar as 3 ave-marias em honra da SantíssimaTrindade)
13 rosas vermelhas (que irão representar os Glórias e os Pai-Nossos, sendo que o primeiro Pai Nosso fica logo depois do crucifixo e o segundo ficará ao lado da imagem de Nossa Senhora);
Uma vela grande
Obs: Se não for possível ter flores naturais, elas podem ser feitas de papel.

  • Um crucifixo grande;  Uma imagem de Nossa Senhora;
  • Um tapete – se não tiver o tapete, ele poderá ser feito em EVA ou TNT (se optar por TNT, usar fita dupla face para fixar no chão, para não escorregar) que pode ser na cor vermelha; pode ser comprido, no corredor (se for na igreja), ou formando um círculo, se o local permitir.
  • Uma imagem do menino Jesus (tamanho grande – pode também ser feito com um boneco bebê representando Jesus); 
  • Um berço pequeno ou manjedoura – Se a comunidade tiver uma manjedoura grande, onde coloca a imagem do menino Jesus no Natal, pode usar essa; caso contrário pode-se fazer uma manjedoura até mesmo com uma caixa de papelão baixa e palha (podem ser tiras de papel cortadas fininhas para imitar a palha);
  • Roupas estilizadas de Maria, para vestir uma mulher (mãe ou catequista);
  • 01 uma cadeira. Participantes:
  • 1 mulher (mãe ou catequista) para fazer o papel de Maria;
  • 50 catequizandos – para as contas da Ave-Maria;
  • 6 pais – para as contas do Pai-Nosso;
  • 5 mães para as contas do Glória – ficam ao lado dos pais que representam o Pai Nosso.
  • 1 pai para a conta do Glória (inicial);
  • 1 pai para segurar a vela acesa junto ao crucifixo.
  • 3 mães para as contas das Ave-Marias em honra da Trindade;
  • 2 catequistas – 1 para segurar a imagem de Nossa Senhora e 1 para segurar o Crucifixo.

Obs: Todos esses participantes entram trazendo uma das rosas na mão (conforme a conta que representam)
  • 1 catequista para contar a história do Terço (alguém que tenha boa dicção (isto é, que pronuncie bem as palavras) e fale pausadamente, dando entonação à história.
  • 1 catequista ou o padre da comunidade para puxar o Terço.


Preparação do local: (se possível, fazer essa oração na Igreja)

  •   Colocar na frente (altar), a cadeira e ao lado dela o berço ou manjedoura;
  • Colocar o grande tapete em frente à cadeira e berço;
  • Nas laterais do tapete (ou em volta dele se for redondo), colocar 50 catequizandos e 5 pais/mães. Organizados como as contas do rosário, intercalando 10 catequizando com 1 pai/mãe;
  • No lado oposto à cadeira e berço, fechar com uma fila organizada assim: um/a catequista segurando uma imagem de Nossa Senhora, um pai para o Glória, 3 mães para as Ave-Marias em honra à Santíssima Trindade (com rosas cor-de-rosa), um pai para o Pai Nosso, e para o Creio um/a catequista segurando uma cruz. Vejam aqui a imagem do Terço com o lugar de cada um: Modo de realizar o terço:
  • O padre ou catequista, que vai puxar o Terço dá as boas-vindas a todos e convida a entrarem no espírito de oração com muita atenção e devoção. Pode-se iniciar cantando o Sinal da Cruz
  • .  O/A catequista escolhido/a conta a história do surgimento do Rosário pausadamente:


A História do Rosário
Conta a lenda que um frade não ordenado, (isto é, não sacerdote) da Ordem dos Frades Dominicanos, não sabia ler nem escrever e, portanto, não podia ler os Salmos como era costume nos Mosteiros. Então, certo dia, quando ele terminou seu trabalho à noite (ele era faxineiro, jardineiro, etc.), foi para a Capela do Convento e se ajoelhou na frente da imagem da Virgem Maria, e recitou 150 Ave Marias (uma para cada Salmo do Livro), a seguir retirou-se para sua cela (quarto) para dormir. 

Na manhã seguinte, ao amanhecer, antes dos outros irmãos do Convento, foi para a Capela para repetir o hábito de saudar a Virgem. E passou a fazer isso todos os dias. O Superior do Convento, começou a observar que, a cada dia, quando chegava à Capela para celebrar as orações da manhã com todos os Frades, o altar dedicado à Nossa Senhora estava bem ornamentado com muitas rosas lindas e frescas nos vasos, que deixavam um perfume delicioso ali. 

Ele ficou curioso para saber quem estava ornamentando o altar com tão belas rosas. Perguntou a todos os encarregados da decoração da Capela, quem estava colocando as rosas no altar da Virgem e que aroma delicioso elas exalavam. Mas, para sua surpresa, não obteve nenhuma resposta.

 Nenhum deles soube dizer quem trazia as rosas, e nenhum deles havia retirado essas rosas do jardim, pois elas não estavam plantadas lá. O frade que ia sempre rezar as Ave-Marias, certo dia ficou gravemente doente e não pode ir à Capela para rezar. A partir desse dia, os outros frades notaram que o altar da Virgem não tinha mais as rosas habituais, e o perfume havia desaparecido. Logo deduziram que era ele quem colocava as rosas no altar. Mas como? 

Ninguém jamais o havia visto sair de dentro do Convento e ele tampouco poderia comprar as belas rosas, pois não dispunha de dinheiro. Entretanto, certa manhã, todos os Frades, ao chegarem para rezar, presenciaram espantados o irmão, que estava doente, ajoelhado diante da imagem da Virgem, recitando as Ave-Marias. E perceberam que a cada oração que ele recitava para Nossa Senhora, uma rosa aparecia no vaso.

 Nesse dia, no final de suas 150 orações, ele caiu morto aos pés da Virgem. No século XIII, São Domingos de Guzmán, que era o fundador da Ordem dos Dominicanos, teve uma revelação da Santíssima Virgem, que lhe disse: “se queres ganhar para Deus os corações endurecidos, reza meu Rosário”. 

Então, ele dividiu as 150 Ave-Marias em três grupos de 50 associada à meditação da Bíblia: Os Mistérios Gozosos, os Mistérios Dolorosos e os Gloriosos. E a partir desse dia, passou a pregar sobre a devoção do Santo Rosário. O nome Terço, veio dessa divisão (a terça parte das 150 Ave-Marias). 

O Rosário foi dessa forma formado por 3 Terços. O Papa João Paulo II, devoto de Nossa Senhora, adicionou aos mistérios já existentes, também os chamados Mistérios Luminosos, acrescentando mais 50 Ave-Marias ao Rosário. Assim, toda vez que você recitar 200 Ave-Marias, estará entregando 200 rosas para a Mãe Divina. 

  • Ao concluir a narração da História do Rosário, entra a mãe que representa Maria, segurando o Menino Jesus. Essa entrada pode ser com o cântico: “Uma entre todas foi a escolhida”. Ela vai até o berço e coloca o Menino, depois senta na cadeira com os braços apoiados no colo para receber as flores.
  • Tem início então, a Oração do Terço. Iniciando pela Cruz, reza-se o Creio (não há rosa nessa oração), depois reza-se 1 Pai-Nosso (1ª rosa - vermelha), as 3 Ave-Marias em honra à Santíssima Trindade (a primeira em honra a Deus Pai que nos criou, a segunda em honra a Deus Filho que nos remiu, e a terceira em honra do Espírito Santo que nos santifica), e completa-se com o Glória ao Pai.


Obs: A cada oração, aquele que está representando essa conta do Rosário vai até Maria e entrega a ela a rosa que traz consigo.

  • Em seguida, quem está puxando o terço anuncia o Mistério que será rezado (Se for possível, lê-se o trecho do Evangelho referente ao mistério anunciado), reza-se o Pai Nosso, seguido das Ave-Marias e finalizado com o Glória ao Pai e com a jaculatória: “Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem. Amém!”.

  • A cada Mistério concluído, pode-se cantar um trecho e refrão de uma música mariana. A Oração segue assim até que se complete todo o Terço

  • Conclui-se o Terço rezando uma Salve-Rainha (na conta em que está a imagem de Nossa Senhora, ao lado da qual há uma mãe segurando uma rosa vermelha, que também será entregue a Maria)


  • Terminado o Terço, Maria se levanta com os braços cheios de flores e as coloca no berço entregando-as ao Menino Jesus, num gesto como se dissesse: 
  • “São para você Meu Filho”. 
  • A tarde de oração pode ser concluída com a bênção do Padre.
  •  (No final, as flores poderão ser distribuídas, uma por família presente). ________________ 

domingo, 5 de março de 2017

Dinâmica para catequese : "AS MUITAS REPRESENTAÇÕES DE NOSSA SENHORA"




 Estamos no Ano Mariano , celebrando os 300 anos da aparição da Senhora Aparecida nas águas do Rio Paraíba do Sul 
 . Não podemos deixar nossos catequizandos às margens dessa comemoração .


O catequista deverá proporcionar momentos de oração , sempre lembrando que é através de Maria que chegamos a seu filho Jesus .


 Incentivar o culto e a devoção à Nossa Mãezinha é muito importante na catequese . 
Deixo aqui uma sugestão de dinâmica que com certeza esclarecerá muitas dúvidas em nossas crianças e incentivará sua fé e devoção Mariana.




As várias denominações de Nossa Senhora

É comum ver pessoas fazendo alguma confusão diante das muitas representações de Nossa Senhora. Algumas pessoas nem sabem que essas representações são todos títulos dados a  Maria, a Mãe de Jesus, e que são frutos de manifestações ou invocações à nossa Mãe Santíssima .

Nossa Senhora, Mãe de Jesus e nossa Mãe, recebe nomes ou títulos diferentes devido aos lugares onde apareceu, como é o caso de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América Latina, que apareceu no México, na cidade de Guadalupe. 
Também recebe nomes em virtude das graças que alguém alcançou por intermédio dela, como Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, ou em razão de lugares nos quais é padroeira, como Nossa Senhora do Brasil. 

Recebe também nomes por causa de graças que nós necessitamos e pedimos à sua intercessão, como de Nossa Senhora do Bom Parto. Enfim, são inúmeros títulos recebidos em todas as partes do mundo e que congregam a devoção do povo a ela. Ela é a Santa que mais recebe nomes em toda a Igreja Católica.

Como podemos trabalhar isso na Catequese?

Em primeiro lugar providencie diversas estampas (santinhos) de Nossa Senhora, mas todos diferentes, isto é, cada estampa terá uma imagem diferente da outra, de todas as Nossas Senhoras. Por exemplo: Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora da Penha, Nossa Senhora da Lapa, Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Luz, etc
.
Distribua essas estampas entre os catequizandos e peça a eles que pesquisem sobre a devoção à Nossa Senhora cuja estampa receberam, onde a devoção nasceu e por que ela é chamada com tal nome.
Melhor se eles tiverem pelo menos uma semana para pesquisar.

Depois, providencie uma cartolina na qual se pode desenhar o mapa mundi, apenas um esboço. E coloque em um mural, diante da turma.
A ideia é formar um painel, onde os catequizandos vão colocar as estampas depois de apresentarem aos demais o resultado da pesquisa feita. Cada estampa será colocada no mapa, sobre a região na qual teve origem a devoção.

Como são muitas as representações de Nossa Senhora, provavelmente mais que o número de catequizandos, o próprio catequista poderá completar o painel com as estampas que não forem distribuídas, também falando sobre a sua origem e o local onde cada devoção surgiu.


Usando de sua criatividade o catequista poderá pesquisar na net os títulos referentes à Nossa Senhora , muitos dos quais até nós catequistas desconhecemos , pois beiram a 2000.
Poderá também usar das invocações a Nossa Senhora contidas na Ladainha em homenagem a ela.

Lembrando sempre que cada grupo possui uma característica e um nível de aprendizado que deve ser respeitado .

Cada um use de sua criatividade e ofereça o melhor a seu grupo de acordo com a etapa que frequenta.

Ao final do encontro , o catequista pode ilustrar com a música de Roberto Carlos 




“Todas as Nossas Senhoras” Roberto Carlos 

Quando eu me sinto aflito, Nossa Senhora da Paz 
Me dá sua mão me acalma, tranquilidade me traz 
Se uma lágrima me rola e o pranto eu não contenha 
Choro nas escadarias de Nossa Senhora da Penha 

Nossa Senhora de Fátima peço que a alegria venha 
Se o perigo me preocupa eu tenho fé não me alarmo 
Tenho meu escapulário, Nossa Senhora do Carmo

 Senhora dos Navegantes, da boa viagem me guia 
Pelos ares, terra e mares, me ampara, me auxilia 
Me livra das tempestades, Nossa Senhora da Guia 

Minha mãe, Nossa Senhora, somos todos filhos seus 
Todas as Nossas Senhoras são a mesma Mãe de Deus

Sou romeiro e no seu dia, na multidão Mãe querida 
Me ajoelho e rezo, Nossa Senhora Aparecida 
Nossa Senhora da Glória, de Lourdes, de Nazaré 
Virgem Santa da Saúde, da Boa Nova e da Fé 
Minha Mãe tanta bondade hoje eu sei bem o que é 

Nossa Senhora das Graças, da Confiança e da Luz 
Senhora da Lampadosa, rogai por nós a Jesus 
Virgem Esposa Imaculada do Espírito Santo 
Adorável Mãe Rainha e Vencedora, três vezes admirável 

Nossa Senhora do Brasil, do seu corpo inseparável. 
Senhora da Rosa Mística, das Dores, da Conceição 
De Guadalupe, Medjugore e do nosso coração. 

Minha mãe, Nossa Senhora, somos todos filhos seus 
Todas as Nossas Senhoras são a mesma Mãe de Deus.  

domingo, 30 de outubro de 2016

Dinâmica para encerramento do Mês Missionário


Esta dinâmica poderá ser feita no encontro de Catequese ou em uma Celebração de encerramento do Mês Missionário.

Como estamos vivendo o Ano da Misericórdia, está dinâmica vai contemplar a missão de viver a misericórdia no dia a dia, transformando o nosso relacionamento com o próximo.
Disse o Papa Francisco: “O Reino de Deus se faz todos os dias, com a docilidade ao Espírito Santo, que é aquele que une o nosso pequeno fermento ou a pequena semente à força, e o transforma para fazer crescer”. E disse também aos catequistas: “A Igreja não cresce por proselitismo. Cresce por atração. E aquilo que atrai é o testemunho… que as pessoas vejam o Evangelho em nossa vida”.
Por tudo isso é importante que a Catequese desperte nos catequizandos um forte compromisso e grande empenho na vivência das obras de misericórdia, como missão fundamental de todo cristão.
Preparação: Montar, no local do encontro, um altar com uma toalha, a imagem de Jesus (melhor se for de Jesus Misericordioso), uma Bíblia, um vaso de flores, uma vela acesa
Material necessário: Papel pardo ou cartolina e canetas ou lápis (duas cores para cada um, sendo que uma delas  deve ser vermelha, para distribuir para o grupo todo); a relação das obras de misericórdia corporais e espirituais:

14 Obras da Misericórdia

Obras Corporais:
1ª Dar de comer a quem tem fome;
2ª Dar de beber a quem tem sede;
3ª Vestir os nús;
4ª Dar pousada aos peregrinos;
5ª Assistir aos enfermos;
6ª Visitar os presos;
7ª Enterrar os mortos.
Obras Espirituais:
1ª Dar bons conselhos;
2ª Ensinar os ignorantes
3ª Corrigir os que erram;
4ª Consolar os tristes;
5ª Perdoar as injúrias;
6ª Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo;
7ª Rogar a Deus por vivos e defuntos.
Como fazer:
1 – Convidar cada participante para desenhar seus pés (os dois). Poderão pisar sobre o papel e desenhar o contorno e depois desenhar os dedos, como pés descalços.
2 – Depois que os pés estiverem desenhados, todos deverão recortar os pés. Então, devem escrever no pé direito as obras de misericórdia espirituais e no pé esquerdo as obras de misericórdia corporais, devem escrever com o lápis ou caneta que não é de cor vermelha.
3 – Quando todos tiverem terminado a tarefa, é o momento de refletir a partir da Palavra de Deus. Leia pausadamente o  texto do “Sermão da Montanha”, que traz as Bem Aventuranças e a missão dos cristão, Mt 5,1-16
4 – Em seguida, peça a todos que reflitam em silêncio sobre o que acabaram de ouvir e destaquem uma das Bem Aventuranças, aquela que precisam aplicar mais na própria vida.
5 – Depois de alguns minutos, leia o texto do Papa Francisco, que está abaixo, proferido na Audiência Geral do dia 6 de Agosto de 2014
“Tal como Moisés tinha estipulado a aliança com Deus, em virtude da lei recebida no Sinai, assim Jesus, de uma colina à margem do lago da Galileia, confia a seus discípulos e à multidão um ensinamento novo, que começa com as bem-aventuranças. Moisés transmite a Lei no Sinai e Jesus, o novo Moisés, comunica a Lei naquele monte, à margem do lago da Galileia. As bem-aventuranças são o caminho que Deus indica como resposta ao desejo de felicidade, inerente no ser humano, elas aperfeiçoam os mandamentos da Antiga Aliança. Nós estamos habituados a aprender os dez mandamentos – sem dúvida, todos vós os sabeis, já os aprendestes na catequese – mas não estamos acostumados a repetir as bem-aventuranças. Então, procuremos recordá-las em nosso coração. … Nas bem aventuranças encontra-se toda a novidade trazida por Cristo; toda a novidade de Cristo está nessas palavras. Com efeito, as bem-aventuranças são o retrato de Jesus, sua forma de vida. Elas constituem o caminho da verdadeira felicidade, que também nós podemos percorrer com a graça que Jesus concede”. (Papa Francisco)
6 – Em seguida, convide a repetir com você as bem-aventuranças, leia uma de cada vez e peça que repitam, todos juntos.
7 – Depois, convide cada um, um de cada vez, a repetir aquela bem-aventurança que destacaram e que precisam aplicar melhor em sua vida.
8 – Assim que todos repetirem a sua bem-aventurança, deverão pegar os pés que recortaram e fazer um círculo vermelho em volta das obras de misericórdia que ainda não colocam em prática na própria vida, nos dois pés. Mostre a eles que as obras de misericórdia são as atitudes de quem vive as bem-aventuranças, e que vivendo essas obras nos tornamos sal da terra e luz do mundo, missão de todos os cristãos e compromisso de todos os batizados.
9 – Quando todos tiverem terminado de assinalar , cada um será convidado a sair do seu lugar e colocar seus pés, com o que escreveu virado para baixo, em torno do altar, de modo que formem um caminho, como se pessoas tivessem passado e deixado rastros.
10 – Convide então cada um a fazer uma oração espontânea, de compromisso com a vivência das bem-aventuranças e das obras de misericórdia. Conclua rezando ou cantando a Oração de São Francisco

Oração de São Francisco de Assis franciscodeassis

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.
11 – Encerrando o encontro, o catequista deve destacar a importância dos passos de cada um, na direção dos irmãos que estão mais afastados de Deus, para que a missão que Jesus confiou a todos os seus discípulos seja bem sucedida. E após a bênção ou oração final vai convidar os participantes a pegarem um dos pés que estiver no chão, sem escolher ou procurar o que era seu, e levar para casa refletindo sobre o que estiver destacado nele, procurando por em prática sua missão.
Esta dinâmica é uma adaptação da dinâmica “Passos com pés recortados” que foi publicada no livro “Dinâmicas para Celebrações” de autoria de Arnaldo de Oliveira Alves e Volney J. Berkenbrock, e publicado pela Editora Vozes.