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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Encerrando as atividades catequéticas do ano de 2012.


Aqui em minha paróquia as atividades de catequese estão sendo encerradas durante esta semana de 10 a 14 de dezembro.
O que posso dizer de minha catequese de Crisma I durante esse ano?
Bem, fazendo uma avaliação geral considero o ano frutuoso. Claro que dificuldades tivemos sim. Todos sabemos como é difícil prender a atenção dos jovens nos dias de hoje. O mundo oferece tantas facilidades com aparente caminho fácil que por vezes o jovem sente-se mais atraído por ele do que pelos ensinamentos de Jesus Cristo.
Aí é que o catequista se sobressai pela perspicácia , discernimento e sabedoria em saber manter encontros dinâmicos e agradáveis onde o jovem exerça sua livre liberdade de expressão. O jovem precisa sentir-se confiante e captar firmeza sem autoritarismo de seu catequista.
É compreender o jovem, ouvi-lo, prestar atenção em suas atitudes . Muitas vezes um comportamento de indisciplina esconde por trás um sério problema familiar ou qualquer outro com o qual se debate no momento. Daí sua irascibilidade.
Esta fase pré-adolescente é uma fase em que o jovem está procurando seu lugar na família, na comunidade e ,porque não dizer, na sociedade.
Muitas vezes a fé vacila e ele sente-se inseguro, desprotegido. A confiança que o catequista lhe passa através da autenticidade de sua fé é fundamental para o jovem manter-se fiel na sua busca e experiência com Jesus Cristo.
Esta é a missão do catequista: anunciar Jesus Cristo como salvador da humanidade. Aquele que ama e perdoa. Aquele que compreende e nos acolhe com carinho, sempre.
O catequista orienta o jovem na fé, mostra-lhe o caminho guiado pela Palavra de Deus.
Ajuda o jovem a crescer e amadurecer na fé.
O caminho é árduo, visto que faz parte do temperamento juvenil o questionamento, a dúvida, a intolerância.
Manter a presença do catequizando nos encontros, já é uma grande conquista. Isto pode significar que o encontro lhe atraí. A presença do catequista lhe é agradável. Aproveite sua presença, valorize-o, acolha-o com carinho. Enquanto ele estiver a seu alcançe, tudo é possível!
Não nos desanimemos com essas dificuldades. Vamos lançando as sementes na certeza de que o terreno é fértil, embora muitas vezes não aparente.
Precisamos colocar crédito nos nossos jovens e crianças e depositar nelas a esperança de que vivam compromissadas com Jesus Cristo , tornando-se cristãos adultos e maduros.
Desejamos que todos perseverem na fé e que , no próximo ano, façam parte da turma de CrismaII, completando-se assim a sua formação que culminará com o Sacramento do Crisma.

Fizemos uma pequena confraternização de encerramento com duas turmas de Crisma na casa de uma catequizanda. Vejam alguns flashes:
o que será que ela ganhou?..

momento revelação : amigo secreto


Precisa dizer quem é quem ? ora, eu e minha amiga Sílvia...

Minha turma à esquerda  e a da Sílvia à direita  juntas. Linnndos...

Olha aí a minha turminha! Não são umas fofas? Já estou com saudades...


sábado, 1 de dezembro de 2012

Falando sobre "catequistas"

Ola amadinhos tudo bem?
Ontem recebi o jornal do Padre Reginaldo Manzotti e para minha surpresa há nele um texto muito bem elaborado falando justamente de nós: CATEQUISTAS!!!
Então resolvi compartilhar aqui com vocês:

O catequista é uma pessoa especial.
Sua missão humaniza, evangeliza , santifica, salva as pessoas.
Olhemos para o catequista como um pai/mãe de nossos filhos, um benfeitor da sociedade, um missionário da Igreja.
Vejamos algumas qualidades necessárias ao catequista:

1- sólida espiritualidade. SIM o catequista transmite sua experiência de fé, sua vida de oração, sua convicção interior, sua consciência cristã e eclesial.


2- testemunho de vida. Fala mais pelas boas obras e bons exemplos do que pelas palavras. Faz o que ensina. O mundo acredita mais nos testemunhos do que nos mestres. O testemunho cativa e convence os ouvintes.


3- o amor aos catequizandos. Sem amor aos catequizandos é impossível a verdadeira catequese. Catequizar  é querer bem, o amadurecimento, a santificação e a salvação das pessoas.



4- competência. É preciso ler sempre, participar das formações, aprofundar teologia, cultivar-se permanentemente, preparar bem os encontros. A competência cria confiança e adesão do ouvinte. A mediocridade é inimiga da fé.



5- ser facilitador. Significa ter pedagogia, boa comunicação, cuidar dos catequizandos pela motivação, compreensão e disciplina, ajudando-os nas dificuldades.



6- inserção comunitária. Todo catequista deve ser pessoa inserida na Igreja, envolvida na comunidade, participante das celebrações e da vida da Igreja.



7- conhecer a família dos catequizandos. Esta questão é fundamental , ou seja, conhecer e catequizar as famílias, porque o catequista é também pai/mãe da sua turma, do seu grupo. Daqui brotam muitas inspirações e frutos para a catequese.



8- paixão. Ser apaixonado, entusiasmado, convicto da sua missão. Amar o que faz. Ter desejo, motivação, gosto e fé pela catequese.



9- criatividade. O catequista não deve ser rotineiro, copiador, doutrinador ou pior ainda, apenas leitor do livro de catequese. O grande mal para a catequese é a rotina, a mesmice, a acomodação. Daí a importância da criatividade, interesse, motivação do catequista.



10- adaptação. SIM adaptar-se a realidade dos crismandos é uma exigência e necessidade de qualquer educador. Descer do pedestal, aproximar-se, interessar-se pela pessoa e pela realidade do catequizando é algo indispensável. As pessoas não são objetos, não são apenas números, nem merecem ser tratados como anônimos distantes, desconhecidos. A catequese acontece com a aproximação, a inculturação*, a adaptação. É necessário , pois ter flexibilidade, compreensão e compaixão.



11- paciência. Evitar a agressividade, a precipitação , o desânimo e a decepção, significa ter paciência. Não confundamos paciência com resignação , permissividade, omissão. Paciência significa ter esperança, sempre recomeçar, compreender e perdoar.



12- articulação. O catequista é uma pessoa de diálogo, interação, parceria , aliança. Deverá articular-se com os colegas catequistas, com o pároco, com as outras pastorais e com a diocese. É pessoa aberta, que cria laços de entreajuda a correção, o apoio dos outros e novas idéias. O tradicionalismo, o fanatismo e o fechamento são patologias a serem superadas.



13- profeta. SIM, o catequista é um profeta. Alimenta-se da Palavra e com coragem denuncia o mal e anuncia a verdade, a justiça , o bem. Ser profeta é assumir a dimensão social e transformadora da fé, conhecer a doutrina social da Igreja, unir fé e vida, defender os direitos humanos, a ecologia, o bem comum. Nossos catequizandos devem ser bons cidadãos , ter consciência da realidade social, política e econômica. O profeta ajuda a abrir os olhos,a ter os pés no chão, a lutar pela promoção da dignidade humana.



( colaboração: Dom Orlando Brandes)
arcebispo de Londrina- Pr.

Acredito que nem preciso comentar nada sobre este texto, as poucas linhas ja descrevem TUDO !!!

Abraços carinhosos e beijos abençoados.
Denyse Prado.
catequista.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Catecismo e catequese: você sabe qual a diferença??


Neste Ano da Fé, o Catecismo da Igreja Católica completa 20 anos. O livro refere-se à doutrina da Igreja católica e é um instrumento para as diversas formas de evangelização, em especial a catequese. Mas é comum encontrar pessoas que confundem os termos “catecismo” e “catequese”, atribuindo a ambos o mesmo significado.

Para além da diferença entre catecismo e catequese, existe complementaridade entre eles. Isso é o que diz o assessor da Comissão para Animação Bíblico-Catequética da arquidiocese de Aparecida (SP), padre André Gustavo de Sousa.

Ele explicou que durante um longo período na história da Igreja, a era da cristandade, utilizou-se o termo “catecismo” para se referir ao tempo de preparação para a recepção dos sacramentos da Iniciação Cristã. Mas, na verdade, o Catecismo é o livro que apresenta as verdades fundamentais da fécristã.

“Com o fim da era da cristandade e com a crescente descristianização, há necessidade de repensar os diversos componentes da atividade catequética. Com isso nasce e desenvolve-se o Movimento Catequético, que busca ser um florescer da Catequese para um tempo novo. Assim, passa-se a utilizar o termo Catequese para o processo de educação da fé”, disse.

Ao longo desses 20 anos, o sacerdote disse que o Catecismo enriqueceu e muito esse processo de educação na fé. Ele conta, porém, que mudou a forma de trabalhar com esse compêndio da fé católica. “Se antes o processo era mais de memorização, através de perguntas e respostas, hoje, busca-se fazer interação fé e vida, ou seja, uma catequese doutrinal sólida (fundamentada no Catecismo), mas também mais celebrativa e vivencial”

A catequese  hoje

Padre André explicou que esse entendimento do catecismo como “aula” chegou ao fim com o Concílio Vaticano II, que veio propor a revisão de alguns pontos essenciais referentes à catequese: Palavra de Deus, fé e Igreja. “Propõe (o Concílio) a busca de novos caminhos e a criatividade; enfatiza-se a centralidade da Bíblia, a dimensão antropológica e sócio-política da catequese”.

O sacerdote lembrou ainda que a catequese está em constante avanço ao longo do tempo, mas não perde o essencial, que é sua missão evangelizadora. “A palavra ‘catequese’, de origem grega, quer dizer: ecoar. A catequese é serviço ao Evangelho, educação sistemática e permanente da fé, e por isso mesmo, é prioridade indiscutível em nossas comunidades eclesiais”.

Sem perder sua essência, o padre defende que a catequese deve sim ser dinâmica e atrativa, o que inclui a incorporação de novos elementos, criatividade e discernimento crítico à luz do Evangelho. Isso, porém, exige boa preparação daqueles que se propõe a assumir a missão evangelizadora da catequese.

Formação dos catequistas

Com uma tarefa importante a ser desempenhada, o sacerdote defende que é necessário investir sempre mais na formação dos catequistas para que eles possam ser pessoas maduras na fé e testemunhas confiáveis da Boa Nova de Jesus Cristo.

“Catequese também é testemunho e o catequista, como testemunha, se torna lugar privilegiado de encontro com Cristo, pelo seu jeito de ser, de amar, de acolher, de educar na fé. Por isso a formação deve contemplar as competências: ser, saber e saber fazer do catequista”.

O padre acredita que, além de saber utilizar recursos dinâmicos, o catequista precisa ter sensibilidade, capacidade de acolhimento e saber incentivar os processos de aprendizagem, com especial atenção à comunicação da fé.

“Tudo isso requer planejamento: o grupo de catequistas deve construir um bom planejamento catequético e colocá-lo em prática, contando com os recursos que favoreçam e facilitem a compreensão dos catequizandos”.

Desafios
A boa catequese, no entanto, não depende apenas da boa formação dos catequistas, mas envolve também o interesse dos catequizandos e aí está um grande desafio. Padre André explicou que a catequese deve contemplar em sua metodologia as diferenças de cada fase do desenvolvimento da pessoa.

“Portanto, para os jovens uma catequese jovial: mostrar o rosto jovem de Jesus Cristo, a partir daquilo que é próprio da realidade do jovem cristão (música, teatro, redes sociais, etc.), suscitando o seu protagonismo no processo catequético”.

Essa dinamicidade não é diferente com o conteúdo do Catecismo, que precisa ser abordado de forma a atrair a atenção dos catequizandos. Um auxílio nesse processo é o YouCat, Catecismo Jovem da Igreja Católica.

“Recentemente, fomos presenteados com o Youcat, que traz toda a estrutura do compêndio numa linguagem mais jovem, com questionamentos que muitos jovens trazem consigo a respeito da fé, da doutrina cristã, com ilustrações e um visual muito interessante. Recomendo à juventude que tenha em mãos o Youcat, utilizem nas pastorais juvenis, nos grupos, nos encontros de preparação para Crisma”. 

 


domingo, 26 de agosto de 2012

Festa da 1ª Eucaristia



Manhã de domingo. Clara, ensolarada, mas ventosa e quase fria. Como é de costume, o primeiro compromisso matinal aos domingos é a missa da manhã.
Mas hoje, 26 de agosto, é um domingo especial.
É a festa da Eucaristia para as crianças que venceram mais uma etapa da caminhada de fé e irão conhecer a alegria de ter Jesus no coração. Agora podem dizer mais convincentemente que são de Jesus e têm Jesus no coração.
À porta da igreja, crianças em suas vestes brancas aguardam ansiosas pela coroação de sua 1ª etapa na caminhada com Jesus. Pais, familiares e amigos aguardam também ansiosos o momento da tão sonhada festa.
Afinal a 1ª Eucaristia, além de ser um encontro íntimo com o Senhor e uma ligação mais ativa com a Igreja,é também uma festa de família.  Dá continuação ao Batismo que os pais pediram.
O Batismo está orientado para a Eucaristia e a Eucaristia é a coroa do Batismo.
Todos nós catequistas, não só aqueles que cuidaram da preparação das crianças, também nos alegramos e nos consideramos parte dessa família como auxiliar na formação cristã de seus filhos.

Hoje, último domingo de agosto , também celebramos o “Dia do Catequista”, e quero deixar aqui minha homenagem a todos os catequistas que não medem esforços para ver seu trabalho coroado com êxito.
Já ouvi dizer que o catequista é como um alpinista. Ele começa na base da montanha e vai fazendo sua árdua subida. Vai cravando na rocha os pontos de apoio. A escalada às vezes é difícil, mas ele não retorna nunca. Seu objetivo maior é levar consigo crianças, jovens ou adultos até o ápice da montanha onde está o altar de Jesus. E só com muito esforço e determinação ele realizará seu intento.
Vamos encerrar o ano cada vez mais entusiasmados, enfrentando desafios mas nunca desistindo.
Acreditamos que na função missionária de catequizar, precisamos também saber experimentar a sensação de derrota quando pensamos nada ter conseguido ou estar sendo em vão nosso esforço e dedicação.
Mas mesmo que experimentemos a derrota, o coração forte ,vontade firme e amor incondicional  são qualidades imprescindíveis para não nos deixar desanimar. É preciso continuar para que se possa um dia dizer: “Missão cumprida!”
Vamos juntos procurar crescer a cada encontro catequético na esperança de um mundo melhor, mais humano e mais habitável.

"Ide e pregai o Evangelho", disse Jesus a seus discípulos. E neste momento, acredita-se, que estava iniciando com eles um trabalho de Catequese. Porque os catequistas são uma multiplicação dos discípulos."


O verdadeiro catequista tem a convicção de que é profeta hoje, comunicando a Palavra de Deus com seu dinamismo e eficácia na força do Espírito Santo" (diretório Nacional de Catequese)





 

terça-feira, 13 de março de 2012

Sugestões de encontros para a catequese


1ª parte
"Jesus nos chama pelo nome , nos acolhe e nos envia"

A- INTRODUÇÃO

Acolher bem os catequizandos é de fundamental importância. É importante que o catequizando encontre sempre um ambiente acolhedor, fraterno e amigo. Ele deve sentir ali a presença de Deus através de gestos , palavras e convivência fraterna .
Jesus acolhia a todos , sem discriminação . Os pobres, os pecadores, os doentes e os abandonados excluidos do templo e da sociedade.
Podemos lembrar LC:18, 15-17 (CARINHO PELAS CRIANÇAS)
LC17, 20E 21 (O ACOLHIMENTO É SINAL DE QUE O REINO DE DEUS ESTÁ NO MEIO DE Nós) Zaqueu Lc19,5( JESUS ACOLHE O PECADOR)

B - DINÂMICA
Após a acolhida feita pelo catequista e a oração inicial proceder à uma dinâmica simples e que ajuda a aprender onome dos colegas e conhecer-se melhor:
  • Entregar cartões de boas vindas em modelos diversos direcionados a cada catequizando. Mas cada um receberá o cartão do coleguinha.
  • Um a um os catequizandos irão dando as boas vindas ao coleguinha de acordo com o nome que encabeça seu cartão
  • A cada boa vinda, os dois abraçam-se num sinal de amizade e companheirismo
  • Trocam-se os cartões e cada um fica com o seu
Refletir:
  • A importância da acolhida
  • A importância do nome e o respeito que devemos a cada um
  • respeitar as diferenças de ideias, pensamentos, participação
  • Aprender ir ao encontro do outro
  • Partilhar informações, aprendizado, etc..
  • a importância de chamar as pessoas pelo nome
  • é importante conhecer as pessoas do bairro ou da escola e se dirigir a ela pelo nome. E não pela função que desempenha: exemplo( a merendeira, a faxineira, o carteiro, etc...)

C- ILUMINANDO e aplicando à nossa realidade: Lc: 6,12-16 “Deus nos chama pelo nome”
  • Vamos ler o trecho onde Jesus escolhe os doze
  • Quando voltou da noite de oração Ele já tinha em mente quais seriam os escolhidos
  • E os chama a todos pelo nome
  • Muitas vezes chamamos as pessoas por apelidos e não seu verdadeiro nome
  • Muitos apelidos são pejorativos e causam constrangimento à pessoa.
  • Devemos respeitar aqueles que não aceitam ser chamados por apelido
  • Saber distinguir quando um apelido é carinhoso ou pejorativos
D-Celebrar: vamos fazer uma prece espontânea em agradecimento pelo nosso encontro e pelos coleguinhas que participaram conosco
ATIVIDADES:
  • pedir a cada catequizando que entreviste seus pais e busque saber a origem de seu nome, para que possa ser compartilhado no próximo encontro


Tudo isso favorecerá o entrosamento não só nos encontros catequéticos como em toda a comunidade.


Modelos de cartões que copiei aqui , com a devida autorização da Késia que sempre compartilha coisas maravilhosas.






Oração: Intimidade com Deus!


2ª parte
A- A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO

Este encontro pode ser uma continuidade do anterior. Em Lc 18, 15-17 lemos sobre a escolha dos doze apóstolos: “Jesus passou toda noite em oração”. Várias passagens da Bíblia nos mostram Jesus dando o exemplo da importância da oração. Em turmas mais adiantadas pode-se dialogar sobre o assunto perguntando se lembram de alguma passagem desse gênero.
Vamos refletir sobre a importância da oração escutando uma história.

B- UM OLHAR PARA A REALIDADE

Você é especial para Deus”
Há uma lenda entre os índios de uma aldeia isolada à beira da floresta. Por anos sem conta os adultos da aldeia cumpriam uma certa rotina. Um por um , eles eles costumavam sair sorrateiramente da aldeia e seguir uma trilha floresta adentro até chegarem a um riacho de águas prateadas.
Sobre o riacho havia um tronco caído, já gasto pelos muito pés que sobre ele haviam passado. Olhando em volta, para garantir que ninguém o estava observando, o índio caminhava sobre o tronco. Agachando-se, olhava para o riacho e via seu reflexo na água. Daí, falando em voz baixa, começava a conversar com o riacho e lhe contava os segredos mais profundos de seu coração. Isso lhe dava uma sensação de alívio e bem estar. Ao terminar, voltava para a aldeia.
Mesmo que todos os adultos da aldeia fizessem isso regularmente, ninguem mencionava o assunto. Apesar disso, todo mundo parecia saber que todos faziam a mesma coisa.
Um dia duas crianças índias encontraram a trilha na floresta e encontraram o riacho das águas prateadas. Vendo o tronco sobre o riacho, caminharam sobre 00000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000ele e olharam para baixo. Na água, viram os reflexos de seus rostos. Não demorou muito e elas estavam conversando com o riacho, contando segredos de seus corações. Com isso elas se sentiram muito bem.
Correndo de volta pela trilha, entraram na aldeia e chamaram os adultos para contar o que haviam descoberto. Sabendo que seu segredo havia sido descoberto os adultos sentiram-se ofendidos e ameaçados . Então expulsaram as crianças da aldeia a pedradas.

REFLETINDO: Segundo os índios, todos precisamos de alguem com quem se relacionar, poder falar de todos os nossos segredos do coração. Mas fazer isso é sinal de fraqueza, ninguem quer que os outros saibam dessa necessidade. Muitas 0000000000vezes o homem no seu individualismo e independência vê com relutância um pedido de ajuda a Deus, um agradecimento ou um pedido de perdão. No íntimo de cada pessoa há uma voz que sussurra, dizendo-nos que apesar do que possa dizer o resto do mundo, Deus nos ama e nos ouve. Somos especiais para Ele.

C- TRAZENDO PARA A REALIDADE:

Em nossa sociedade muitos estão condicionados a pensar que depender de Deus é sinal de fraqueza. Pensam que “sucesso” é a capacidade de enfrentar a vida sozinho, de vencer sem qualquer ajuda, especialmente de Deus. E então lançam -se avidamente em busca por prazeres e riqueza fácil dedicando muito pouco ou quase nada de seu tempo a Deus. Tem sua mente focada apenas em coisas materiais. Para muitos, “deixar a vida sob o controle de Deus” é sinal de uma pessoa fracassada que não conseguiu vencer sozinho e precisou pedir socorro à Deus. Não encaram com naturalidade a “dependência de Deus”. No íntimo de cada pessoa existe

D- GUARDAR PARA A VIDA: (TRANSFORMAÇÃO)

Antes de 0tomar uma importante decisão, Jesus retirou-se para rezar. A Bíblia nos mostra várias situações em que Jesus retirava-se para rezar. Ele precisava dessa Intimidade com o “Pai”
Podemos lembrar da passagem no deserto onde Jesus encontrou forças na oração para livrar-se das tentações do demônio. A oração no Horto das oliveiras . A ressucitação de Lázaro onde Jesus orou antes de ordenar a Lázaro que saísse do túmulo e assim diversas outras passagens biblícas.

O QUE È ORAR?
Orar (rezar) é conversar com Deus. È ter um encontro íntimo com Deus.
É agradecer, louvar e também pedir graças ou pedir perdão.
Assim como Jesus devemos sempre encontrar um momento para falar com Deus .Falar de nossas dificuldades, desafios, vontades, alegrias e tristezas. É abrir o coração a Deus expor dificuldades e alegrias existentes na família, na escola, no grupo de catequizandos, no grupo de colegas, etc. Para rezar não precisamos sómente de fórmulas prontas. Abra o seu coração a Deus em qualquer lugar onde achar conveniente.
Você pode fazer essa experiência de Deus no ônibus, na escola, no caminho para a escola ou catequese, no seu quarto em silêncio, numa rua movimentada além é claro das ocasiões em que vai à igreja. A verdadeira oração brota do interior da pessoa, a partir de sua realidade, necessidade de encontro e diálogo com Deus.
Embora colocar-se de joelhos, mãos postas, um altar e formalidades sejam formas de ritos religiosos, a oração é algo espontâneo e deve acontecer entre a pessoa e Deus , sem muitas formalidades e pode ser feita em qualquer lugar onde você esteja. O importante é a atitude de escuta, é sentir no coração como Deus está se manifestando.

E- MOMENTO DE ORAÇÃO( CELEBRAR)
  • Prece esponânea a Deus por nos proporcionar situações de crescimento espiritual
AÇÃO CONCRETA:
  • colocar em prática o ato de se aproximar de Deus pela oração em qualquer momento do dia e principalmente pela manhã e ao deitar.
  • Pedir que cada catequizando interiorize uma oração espontânea para o próximo encontro.
  • Pode ser de louvor , agradecimento, pedido de graça ou perdão

OBS: É fundamental ir despertando no catequizando, em cada encontro catequético, o conversar com Deus , abrir-se para escutá-Lo, senti-Lo e expor suas alegrias e vitórias, assim como tambem as dificuldades e tristezas na família, nos fatos e acontecimentos expostos na sua realidade de comunidade ou apresentados diariamente na mídia.








domingo, 11 de março de 2012

Vamos divulgar!!!!!

Lista atualizada Catequistas Unidos !!

51. http://www.catequistaamadora.com.br/