quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A bíblia e o celular

Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?


E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?

E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?

E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório...?

E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?

E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?

E se a déssemos de presente às crianças?

E se a usássemos quando viajamos?

E se lançássemos mão dela em caso de emergência?



Mais uma coisa:

Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela "pega" em qualquer lugar.

Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim.

E o melhor de tudo:

Não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.


"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto"! (Is 55:6)

autor desconhecido ( Se alguem conhecer o autor , por favor avise para que eu dê os devidos créditos)


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Exaltação da Santa Cruz

Por: Pe. Candido Ap. Mariano
Pároco da Paróquia Santa Cruz e São Dimas - Piracicaba Sp

A Festa da Exaltação da Santa Cruz, que celebramos hoje, 14 de setembro, é a Festa da Exaltação do Cristo vencedor. Para nós cristãos, a cruz é o maior símbolo de nossa fé, cujos traços nós nos persignamos desde o início do dia, quando levantamos, até o fim da noite ao deitarmos. Quando somos apresentados à comunidade cristã, na cerimônia batismal, o primeiro sinal de acolhida é o sinal da cruz traçado em nossa fronte pelo padre, pais e padrinhos, sinalando-nos para sempre com Cristo.

A Cruz recorda o Cristo crucificado, o seu sacrifício, o seu martírio que nos trouxe a salvação. Assim sendo, a Igreja há muito tempo passou a celebrar, exaltar e venerar a Cruz, inclusive como símbolo da árvore da vida que se contrapõe à árvore do pecado no paraíso, quando a serpente do paraíso trouxe a morte, a infelicidade a este mundo, incitando os pais a provarem o fruto da árvore proibida. (Gn 3,17-19)

No deserto, a serpente também provocou a morte dos filhos de Israel, que reclamavam contra Deus e contra Moisés (Nm 21,4-6). Arrependendo-se do seu pecado, o povo pediu a Moisés que intercedesse junto ao Senhor para livrá-los das serpentes. Assim, o Senhor, com sua bondade infinita, ordenou a Moisés que erguesse no centro do acampamento um poste de madeira com uma serpente de bronze pendurada no alto, dizendo que todo aquele que dirigisse seu olhar para a serpente de bronze se curaria. (Nm 21,8-9)

Esses símbolos do passado, muito conhecidos pelo povo (serpente, árvore, pecado, morte), nos dizem que na Festa da Exaltação da Santa Cruz, no lugar da serpente de bronze pendurado no alto de um poste de madeira, encontramos o próprio Jesus levantado no lenho da Cruz. Se o pecado e a morte tiveram sua entrada neste mundo através do demônio (serpente do paraíso) e do deserto, a bênção, a salvação e a vida eterna vêm do Cristo levantado no alto da Cruz, de onde Ele atrai para si os olhares de toda a humanidade. Assim, a Igreja canta na Liturgia Eucarística de Festa: “Santa Cruz adorável, de onde a vida brotou, nós, por Ti redimidos, te cantamos louvor!”

A Cruz não é uma divindade, um ídolo feito de madeira, barro ou bronze, mas sim, santa e sagrada, onde pendeu o Salvador do mundo. Traçando o sinal da cruz em nossa fronte, a todo o momento nós louvamos e bendizemos a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, agradecendo o tão grande bem e amor que, pela CRUZ, o Senhor continua a derramar sobre nós.

 http://www.catequisar.com.br/texto/materia/bispo/70.htm

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ENCONTRO CATEQUÉTICO: TURMA: CRISMA



TEMA: VIVENDO A UNIDADE: ECUMENISMO.
OBJETIVO: preparar o catequizando para viver o ecumenismo que a Igreja pede.
  • Ecumenismo é uma atitude de vida. É a arte de conviver não só com a família, os vizinhos e a comunidade de fé, mas com a humanidade inteira, sem divisões.
  • É o diálogo que reconhece e respeita a diversidade de religiões

PONTOS EM COMUM ENTRE AS RELIGIÕES CRISTÃS
  • católicos, evangélicos e cristãos ortodoxos estão unidos pela mesma fé
Todos são seguidores de Jesus Cristo e creem num único Deus manifestado pela Trindade Santa: Pai, Filho e Espírito Santo. Todos cremos no mesmo evangelho e buscamos servir o mesmo Mestre Jesus Cristo.
  • Há orações que são típicas de nossa Igreja e que outros irmãos não aceitariam
  • Mas há também muitas maneiras de orar que podemos desenvolver juntos sem problema
  • A oração do Pai Nosso e o Credo Niceno Constantinopolitano são orações ecumênicas
  • O Batismo também é um ponto em comum entre a Igreja católica e várias Igrejas Evangélicas desde que feito com água e em nome da Trindade Santa.
  • Os membros batizados de outras igrejas tem o mesmo compomisso missionário dos católicos batizados
  • Valorizar o que de bom as diferentes denominações cristãs fazem porque é o evangelho de Jesus que está produzindo frutos.
  • Não depreciar outra religiões, bem como não permitamos que depreciem a nossa religião católica
  • Saber ouvir sem preconceitos
  • É muito mais inteligente saber transformar o diferente em parceiro em vez de excluí-lo simplesmente
  • Todos nós somos como operários e colaboradores no grande projeto de Deus
  • Não há paz sem justiça, fraternidade, compreensão, solidariedade , valorização do outro e trabalho conjunto para o bem comum.
  • As religiões cristãs devem ter em comum o fazer uma experiência religiosa verdadeira com Jesus sem manipulações e que transmita realmente a verdade sem apelos dramáticos pelos meios de comunicação.

PONTOS EM DESACORDO
  • autoridade da igreja
  • a Eucaristia ( alguma igrejas cristãs realizam a ceia e interpretam como a real presença de Jesus na Eucaristia , enquanto outras creem que a ceia é apenas um gesto simbólico)
  • a interpretação da Bíblia e exclusão de alguns livros do Antigo Testamento
  • veneração a Maria e aos santos
É importante ter bem fundamentada nossa fé exigindo respeito e respeitando o direito de outros grupos cristãos pensarem e viverem de modo diferente.
Jesus Cristo veio para salvar a todos independente de religião,assim prega a Igreja católica. Ser católico ou evangélico não salva ninguém. O que salva é a sua maneira de interpretar e praticar o Amor. Não somos católicos para nossa própria salvação, mas para a salvação dos outros, para amar e ensinar as outras pessoas a se amarem.
(Mt25, 31-36):- O juizo final
Mc7, 31-37 “A cura do surdo- mudo”- Neste evangelho, Marcos revela aos poucos a pessoa de Jesus. Um Jesus sem preconceitos que ama a todos sem distinção , respeita o ritual do lugar por onde passava, uma região pagã com seus próprios ritos religiosos.Jesus não humilha nem expõe aquele homem e sua limitação de comunicação.Ao contrário, Ele o liberta. “Efata” Ao pronunciar essa palavra Jesus quer abrir nossos ouvidos para a verdade a ser assimilada e transmitida. Uma pessoa aberta está disponível para um verdadeiro aprendizado e para transmitir. Ao conhecermos Jesus verdadeiramente nossa surdez e falta de comunicação deixa de existir.

CONVERSANDO COM O GRUPO:
  • Conhecemos verdadeiramente Jesus? Em que Jesus acreditamos? Que Jesus transmitimos?
  • Você tem amigos ou parentes que frequentam outra igrejas cristãs?
  • Como é a convivência no dia a dia?
  • Conhece alguma igreja cujo Batismo a Igreja Católica considera como válida?
  • Já presenciou algum culto ecumênico?



sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Grito dos Excluídos movimenta semana da Pátria no Brasil


Nesta semana da pátria acontece nacionalmente a 18ª edição do Grito dos Excluídos, promovido pelo Setor de Pastoral Social da CNBB, Comissão Pastoral da Terra, Cáritas e outros movimentos e instituições.
O evento tem como tema Vida em Primeiro Lugar e lema Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população!,  De caráter popular, o Grito dos Excluídos reúne milhares de pessoas, grupos, entidades e movimentos sociais para demonstrar a insatisfação com as crises e problemas que vem afetando a sociedade como drogas, falta de moradia, desemprego e violência.

Para conscientizar a população quanto ao valor da vida e do planeta, serão organizados seminários, cursos de reflexão e manifestações, a fim de discutir sobre violência contra os jovens, corrupção, implicações das obras preparativas para a Copa do Mundo e construção de barragens na região norte do país.

Segundo a Cáritas Brasileira - entidade de promoção e atuação social - os objetivos que dão essência a esta mobilização são denunciar o modelo político e econômico que concentra riqueza e renda em uma pequena parte da população, deixando milhões de pessoas excluídas; tornar público nas ruas e praças o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; e propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.

“Se todos somos iguais perante a lei, o Estado deveria garantir isso”, disse dom Guilherme Antonio Werlan, presidente da comissão episcopal Caridade, Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em entrevista à Agencia Brasil. “O Brasil já nasceu num Estado que serve a interesses particulares. E nós temos que mexer na estrutura deste Estado”, acrescentou.


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Dinâmica para catequese: Palavra que transforma

Palavra que transforma
Objetivo:   Fazer o grupo refletir de que forma assimilarmos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas
Material:   uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.

Desenvolvimento:    Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por último a esponja.

Então refletimos:
- Como a Palavra de Deus age na minha vida?
- Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ou aprofunda?
- Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém?
- Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo?
- Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?

Iluminação Bíblica: Is 40,8 Mt 7,24; 2Tm 3,16.

Isaías 40,8
A erva seca, a flor murcha, mas a palavra do nosso Deus se realiza sempre.
Mateus 7,24
24 «Portanto, quem ouve essas minhas palavras e as põe em prática, é como o homem prudente que construiu sua casa sobre a rocha.
Segunda Carta de São Paulo a Timóteo 3,16
16 "Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para refutar, para corrigir, para educar na justiça"







terça-feira, 4 de setembro de 2012

Catecismo e catequese: você sabe qual a diferença??


Neste Ano da Fé, o Catecismo da Igreja Católica completa 20 anos. O livro refere-se à doutrina da Igreja católica e é um instrumento para as diversas formas de evangelização, em especial a catequese. Mas é comum encontrar pessoas que confundem os termos “catecismo” e “catequese”, atribuindo a ambos o mesmo significado.

Para além da diferença entre catecismo e catequese, existe complementaridade entre eles. Isso é o que diz o assessor da Comissão para Animação Bíblico-Catequética da arquidiocese de Aparecida (SP), padre André Gustavo de Sousa.

Ele explicou que durante um longo período na história da Igreja, a era da cristandade, utilizou-se o termo “catecismo” para se referir ao tempo de preparação para a recepção dos sacramentos da Iniciação Cristã. Mas, na verdade, o Catecismo é o livro que apresenta as verdades fundamentais da fécristã.

“Com o fim da era da cristandade e com a crescente descristianização, há necessidade de repensar os diversos componentes da atividade catequética. Com isso nasce e desenvolve-se o Movimento Catequético, que busca ser um florescer da Catequese para um tempo novo. Assim, passa-se a utilizar o termo Catequese para o processo de educação da fé”, disse.

Ao longo desses 20 anos, o sacerdote disse que o Catecismo enriqueceu e muito esse processo de educação na fé. Ele conta, porém, que mudou a forma de trabalhar com esse compêndio da fé católica. “Se antes o processo era mais de memorização, através de perguntas e respostas, hoje, busca-se fazer interação fé e vida, ou seja, uma catequese doutrinal sólida (fundamentada no Catecismo), mas também mais celebrativa e vivencial”

A catequese  hoje

Padre André explicou que esse entendimento do catecismo como “aula” chegou ao fim com o Concílio Vaticano II, que veio propor a revisão de alguns pontos essenciais referentes à catequese: Palavra de Deus, fé e Igreja. “Propõe (o Concílio) a busca de novos caminhos e a criatividade; enfatiza-se a centralidade da Bíblia, a dimensão antropológica e sócio-política da catequese”.

O sacerdote lembrou ainda que a catequese está em constante avanço ao longo do tempo, mas não perde o essencial, que é sua missão evangelizadora. “A palavra ‘catequese’, de origem grega, quer dizer: ecoar. A catequese é serviço ao Evangelho, educação sistemática e permanente da fé, e por isso mesmo, é prioridade indiscutível em nossas comunidades eclesiais”.

Sem perder sua essência, o padre defende que a catequese deve sim ser dinâmica e atrativa, o que inclui a incorporação de novos elementos, criatividade e discernimento crítico à luz do Evangelho. Isso, porém, exige boa preparação daqueles que se propõe a assumir a missão evangelizadora da catequese.

Formação dos catequistas

Com uma tarefa importante a ser desempenhada, o sacerdote defende que é necessário investir sempre mais na formação dos catequistas para que eles possam ser pessoas maduras na fé e testemunhas confiáveis da Boa Nova de Jesus Cristo.

“Catequese também é testemunho e o catequista, como testemunha, se torna lugar privilegiado de encontro com Cristo, pelo seu jeito de ser, de amar, de acolher, de educar na fé. Por isso a formação deve contemplar as competências: ser, saber e saber fazer do catequista”.

O padre acredita que, além de saber utilizar recursos dinâmicos, o catequista precisa ter sensibilidade, capacidade de acolhimento e saber incentivar os processos de aprendizagem, com especial atenção à comunicação da fé.

“Tudo isso requer planejamento: o grupo de catequistas deve construir um bom planejamento catequético e colocá-lo em prática, contando com os recursos que favoreçam e facilitem a compreensão dos catequizandos”.

Desafios
A boa catequese, no entanto, não depende apenas da boa formação dos catequistas, mas envolve também o interesse dos catequizandos e aí está um grande desafio. Padre André explicou que a catequese deve contemplar em sua metodologia as diferenças de cada fase do desenvolvimento da pessoa.

“Portanto, para os jovens uma catequese jovial: mostrar o rosto jovem de Jesus Cristo, a partir daquilo que é próprio da realidade do jovem cristão (música, teatro, redes sociais, etc.), suscitando o seu protagonismo no processo catequético”.

Essa dinamicidade não é diferente com o conteúdo do Catecismo, que precisa ser abordado de forma a atrair a atenção dos catequizandos. Um auxílio nesse processo é o YouCat, Catecismo Jovem da Igreja Católica.

“Recentemente, fomos presenteados com o Youcat, que traz toda a estrutura do compêndio numa linguagem mais jovem, com questionamentos que muitos jovens trazem consigo a respeito da fé, da doutrina cristã, com ilustrações e um visual muito interessante. Recomendo à juventude que tenha em mãos o Youcat, utilizem nas pastorais juvenis, nos grupos, nos encontros de preparação para Crisma”. 

 


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

confraternização pelo Dia do Catequista

Em comemoração ao dia do catequista celebrado no último domingo de agosto, nossa páróquia organizou um jantar de confraternização com todos os catequistas, o mesmo ocorrido em 31 de agosto.
Foi uma noite alegre e descontraída onde pudemos estreitar nossos laços de amizade e comprometimento com o trabalho catequético de grande importância e fundamental na educação da fé de nossas crianças e jovens.

"No mundo atual, há um desafio muito grande porque nós não encontramos mais uma cultura religiosa. Nós encontramos uma sociedade secularizada e o papel da família fica muito fragmentado. A família não é mais quem inicia a criança na vida cristã, nem tampouco a escola; e o mundo muito menos. Então, hoje, o catequista tem papel fundamental na iniciação da vida cristã"    (Irmã Zélia maria Batista, religiosa da Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas e assessora Nacional da Comissão Para Animação Bíblico catequética da CNBB)


Vejamos alguns momentos dessa confraternização: