O ano de
atividades da catequese já está chegando ao fim. Como passou
rápido.! Parece que foi ontem que assumi minha entusiasta turma de
Crisma!

A
princípio estava eu insegura e receosa de não conseguir me
adaptar a essa fase de pré adolescentes. De fato nessa faixa de
idade costumam ser dispersos e muitas vezes indisciplinados.
Muitas
vezes é difícil conseguir um bom nível de atenção dos
catequizandos num mundo hoje com tantas atrações tecnológicas
concorrendo conosco. Cito aqui os celulares hoje tão completos e
atrativos que fica difícil para o adolescente desviar o olhar de
sua tela e voltar sua atenção para o assunto catequético a ser
estudado. Mas, com muito tato e autoridade vinculada a amor e
compreensão é possível ter um bom aproveitamento .
Na
reunião que tivemos no domingo anterior percebi que esse tipo de
reclamação foi geral.
A queixa
quanto a indisciplina, o desinteresse , a evasão e a falta de
participação nas celebrações dominicais foi comum a todos os
grupos.
Pelo que
foi dito, nos esbarramos em
duas questões: ou
o evangelho não tem força suficiente para atrair jovens e crianças tornando sua
vida mais bela e mais feliz; ou a forma como propomos a catequese não
está a fazer a ponte entre a mensagem evangélica e a vida de nossos
catequizandos.
Imagino
que todos nós catequistas já tivemos alguma experiência de fé.
Portanto já experimentamos de alguma forma que só o Evangelho de
Cristo dá sentido à vida. Assim sendo, fica claro que a falha não
é e nunca será do Evangelho, mas
sim da forma que conduzimos nossa catequese.
Não
podemos nos resignar a ver tantas crianças e jovens afastarem-se da
igreja, frequentando os encontros apenas com a finalidade social de
receber um sacramento.
Não
seria mais natural que ao ter um encontro pessoal com Jesus Cristo,
sentissem-se mais estimulados e buscassem naturalmente os
sacramentos?
Infelizmente
isso não acontece. Após a Eucaristia ou a Crisma, grande parte se
evade da Igreja. Porque será que isso acontece?
É
importante que cada catequista faça a sua AVALIAÇÂO PESSOAL
(veja no post abaixo algumas dicas para cada catequista fazer sua auto avaliação)
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