quinta-feira, 7 de março de 2013

A parábola da figueira estéril : Lc 13, 1-9

 A parábola da figueira fala de um Deus paciente, que envia seu filho para que as pessoas se deixem transformar e produzir frutos. Ao nos criar , Deus espera que demos nada mais que frutos de bondade, misericórdia, solidariedade.
Quando faltam tais frutos, falta a vida verdadeira que Ele deseja para cada um de nós.

  • E nós, que sentido estamos dando à nossa vida?
  • Que frutos lhe apresentaremos no dia do acerto de contas?
  • Como catequistas, estamos dando bons frutos na catequese?
  • Estamos conduzindo nossas criaças à consciência dos bons frutos que Deus espera de cada um de nós/
  • É quaresma. é tempo de conversão.
  • É agora o tempo de dar frutos.



Reflexão: sobre o  Evangelho de Lc13, 6-9
«E passou a narrar esta parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha; e indo procurar fruto nela, e não o achou. Disse então ao viticultor: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; para que ocupa ela ainda a terra inutilmente? Respondeu-lhe ele: Senhor, deixa-a este ano ainda, até que eu cave em derredor, e lhe deite estrume; e se no futuro der fruto, bem; mas, se não, cortá-la-ás.» (Lucas 13:6-9)



Neste Evangelho temos a parábola da figueira que não produz frutos. Aqui é interressante observar que o pecado da figueira não foi ter feito algo de ruim, mas de não ter feito nada de bom. A figueira foi infrutífera, tornou-se passível, imóvel. Corremos o risco de querer uma garantia, uma tranquilidade de consciência que me faz dizer a mim mesmo: “eu estou bem com Deus, não prejudico a ninguém, cumpro as minhas obrigações”. Mas Deus espera mais de nós. Não basta sermos cristãos aparentemente certinhos, cristãos de preceito, de um ritualismo vazio; precisamos produzir frutos. Conversão não significa focar o pecado, mas o bem que devemos realizar. Cada um de nós é convidado a produzir frutos - isso significa conversão! O que podemos produzir nesta quaresma?

Estamos no tempo da Quaresma, tempo de cultivar o dom da conversão. Trata-se de um processo que percorre toda a nossa vida. Seguimos a existência procurando nos configurar cada vez mais a Cristo, para sermos como Ele, tendo os seus sentimentos e atitudes, até que tenhamos a estatura do homem perfeito, como nos diz São Paulo em sua carta aos Efésios.

Deus na sua bondade é paciente em aguardar a nossa conversão. Poderia nos arrancar e queimar, mas não é o deus da punição, e sim o Deus amor. Mesmo que mereçamos tal sorte, Ele nos diz; “Vou dar mais uma oportunidade; virei em outra ocasião para colher os frutos”. Temos neste tempo mais uma oportunidade. Que frutos o Senhor encontrará?


Pe Roberto Nentwig

Um comentário:

  1. Que frutos estamos produzindo? Mais um ano está chegando a seu final. Produzimos frutos bons no decorrer deste ano/ É hora da avaliação e dos propósitos para melhorar a colheita. Abcs

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