quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Dinâmica para catequese de Crisma: : Vivência cristã

 Popular dinâmica do SONRISAL


Objetivo:
Dinâmica Vocacional - Analisar a nossa vivência Cristã.

Participantes: Todos os presentes no encontro.
Material3 copos com água, Antiácido efervescente Ex: Eno, Sonrisal etc.
Descrição:
1. Um copo ou vidro transparente cheio de água e com tampa.

2. A 1º pessoa traz o (Antiácido efervescente) e coloca-o em cima da tampa do 1º copo.

3. A 2º pessoa coloca o outro (Antiácido efervescente) com o envelope invólucro fechado dentro do  2ºcopo.

4. A 3º pessoa abre o (Antiácido efervescente) do  3ºenvelope e coloca-o dentro da água para se misturar, no 3º copo.

5. Analisar: como vim participar deste encontro?

6. Para que vim?

7. Como é minha participação dentro da comunidade?

8. Analisar três tipos de cristãos:

 

  • O que fica por fora, não participa e até atrapalha a entrada dos outros. É o cristão que renunciou o seu Batismo.

  • O 2º entrou mas fechou-se, até estorva. Fica no seu próprio mundo. É corpo morto, estraga até o visual, não se envolve. Fica boiando. Pode também ser o que gosta mais de se aparecer.

  • O 3º se abriu, penetrou, se envolveu totalmente. Questiona, provoca revolução momentânea, se desfaz, se consome para curar, para salvar, Foi até o fundo, depois subiu, ficou leve. O Sonrisal não deixa de ser Sonrisal, não perde a sua identidade e toma todo o conteúdo, as dimensões da água. E a água se torna curativa.
Para refletir:

  • Na minha vida que Sonrisal eu sou?


  • As vezes deixamos os outros permanecerem como o 1º e o 2º?


  • Ainda encontramos cristãos parecidos como o 3º Sonrisal?
MENSAGEM: Nossa fé deve ser dinâmica e transformadora como o Sonrisal do 3º copo que se mistura com a água e se transforma em remédio  que irá gerar a cura( transformação)

O cristão não pode ficar isolado. Tem que se "misturar" e produzir frutos na comunidade.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Encontro de Formação em Platina

 Saída para platina! meu Deus que ônibus é esse/? como sacoleja rsrs  . E eu? De fotógrafa, claro...kkk
 Agora sim, vejam como sou comportada. Todo mundo na bagunça e eu ali, sériiisima
 Continuo séria! Tô preocupada com tanto sacolejo... hihi hi
 E olha só essas "meninas"! Chegaram já aprontando no altar... Cadê o exemplo , meninas... Mas saíram dali rapidinho quando viram entrar o seminarista que olhou feio prá elas... kkk
 Eu, super comportada, fui logo me chegando perto de minha santinha e pedindo proteção.
 fotografei essas três beldades...
 E me deixei fotografar com minha amiga "loira" mas só por fora... Porque por dentro ela é uma "sumidade"

 Tanto que fez até discurso! Deu um testemunho lindo de sua conversão. E não fica só no testemunho não, ela "pratica " de verdade os ensinamentos de Cristo
 Padre José Martin faz sua reflexão e prende a atenção de todos nós. Ele já ajudou aqui em nossa paróquia quando era seminarista. Eu o acompanhei em algumas palestras da Campanha da fraternidade nas escolas. É um padre muito preocupado com a causa social. Não só preocupado, mas batalhador pela causa.
 Na Igreja Nossa Senhora do Carmo,
 Após a bênção do Santíssimo
 Catequistas felizes com a espirtualidade que foi muito rica e da qual levaremos um bom conteúdo que nos guiará com a Luz do Espírito santo
 todos admiram a singeleza e praticidade da "vela" à pilha que ganharam e que já apagaram antes que eu pudesse tirar as fotos com as mesmas acesas. Um pouco atrasadinha eu ...como fotógrafa  ...rsrs
 E agora, mais lembrancinhas . para cada um de nós, balas... porque no fundo não deixamos de ser crianças.Catequista precisa ter alma de criança, como pediu Jesus
Despedida!  Olha Echaporã aí, gente... E eu? tirando fotos....
Ah, se não sou eu posando de fotógrafa?  kkkkk
  mas, valeu Platina!. Valeu catequistas!


Veja também:

Dia do Catequista: FOTOS

ofertando uma foto para nossa senhora, primeira Catequista.
 Antes houve uma procissão de entrada portando cada catequista sua flor e entoando juntamente com o Coral  "Primeira Cristã" do pe. Zezinho
À frente do altar enquanto a  imagem de Maria era posicionada no altar

 Felizes com as palavras de nosso pároco que infelizmente está para nos deixar já no próximo mês.
a Coordenadora chama por nomes os catequistas para receber a nova camiseta da catequese.
 Eu, recebendo a camiseta das mãos do seminarista  Jonathan
 O abraço apertado foi também de despedida...
 frente e...
 costas da nova camiseta que foi uma cortesia da paróquia.  Usamos no encontro de  formação em Platina.
Últimas palavras do padre e bênção final


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No próximo post, fotos do encontro de formação em platina

Meu Dia do Catequista

E hoje vou deixar aqui minhas impressões e falar sobre  a comemoração do "Dia do Catequista" aqui em minha paróquia.

Neste dia  aconteceu também a festa da 1ª Eucaristia. Neste ano tivemos apenas 20 crianças recebendo o Sacramento. Mas , para Jesus haverá sempre festa no céu sempre sempre que uma ovelha for trazida a seu redil.
 E que são essas crianças senão pequenas ovelhas conduzidas pela mão do Bom pastor, na pessoa de nossos catequistas?

  Eu fico muito feliz por essas crianças que finalmente puderam receber seu maior presente espiritual: Jesus Sacramentado.

 Mais feliz ainda, porque dentre essas crianças havia uma que para mim era mais que especial. Frequentou a catequese pela primeira vez já aos 15 anos, entrando direto para a turma de Crisma no ano passado, cuja catequista era eu.
 um exemplo de frequência e postura, a mãe queria" que ela recebesse a 1ª Eucaristia no ano passado mesmo. mas a orientação da Diocese era de que houvesse frequência de pelo menos 2 anos na turma de Crisma.

Houve uma reação negativa por parte da mãe, que frustrada afastou a adolescente da catequese.
Foi preciso muito diálogo com o pároco, coordenação e ´principalmente para que a mãe voltasse atrás em sua decisão e deixasse que ela terminasse seu ciclo de formação.
 Então, neste ano, dpois de enfrentar dificuldades, superar desafios ei-la aqui feliz e realizada com seu presente maior: Jesus Cristo

o que eu considerei também um grande presente para mim , sua primeira cateuista, justamente no Dia do Catequista.

Em novembro ela receberá também o Sacramento Do CrismaParabéns Carol! Que Jesus Cristo seja sua Luz

 

No post seguinte vou publicar as fotos da celebração da Santa Missa e as fotos do Encontro de formação em Platina, que aconteceu também neste domingo: 25/8

 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

E você o que é.... Leia e reflita

 Visitando blogs de catequistas, encontrei esse texto  de Rubem Alves, bem pertinente à nossa condição de catequistas ou simplesmente cristãos. Vale a pena ler e refletir sobre  a pergunta induzida  através dele:

 

E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?


RUBEM ALVES:
MILHO DE PIPOCA

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.

O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.

O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.

Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.

São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que é o seu jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor.

Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.

Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. Pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: Bum! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, com que ela mesma nunca havia sonhado.

Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.



E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?





Visitem o blog da Imaculada. Um blog bastante dinâmico e com posts sensacionais.




terça-feira, 20 de agosto de 2013

Catequese de Crisma : O Magnificat

O Magnificat apresenta Maria como mulher toda de Deus e com consciência histórica (não era alienada). Ela tem coração aberto para Deus e para o próximo, é alegre e solidária com o povo sofrido. “Maria nos inspira um jeito de ser cristão atual, da cidadania planetária. Ela nos abre uma trilha nova e desafiadora, que integra mística e consciência histórica, espiritualidade e compromisso ecológico-social” (Ir. A. Murad).

O Magnificat é um cântico que coloca diante de nós as obras de Deus:
• Sua misericórdia de geração em geração
• Confunde os orgulhosos
• Abate os poderosos
• Eleva os humildes
• Enche de bens os famintos e despede os ricos de mãos vazias
• Acolhe Israel, seu servo, lembrando de sua misericórdia

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Maria então disse: “A minha alma engrandece ao Senhor,
E meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador,
porque Ele olhou para a humanidade de sua serva”. (Lc 1, 46-48).

Qual o olhar que Maria tinha sobre si própria? Qual o auto-conceito? No Magnificat, seu canto, temos a resposta. Nele transparece a experiência pessoal de Maria. Como “pobre de Javé”, espera de Deus a própria salvação, pondo nele toda a confiança. Testemunha que o Deus que salva

é fonte de toda a dádiva, manifesta seu amor preferencial pelos pobres humildes. O cântico de Maria tem características únicas. Cada palavra tem referências no Antigo Testamento. Como não lembrar, por exemplo, o cântico de Ana, mãe de Samuel? O Magnificat é um canto novo, que manifesta quem é Maria. Ela está feliz. Feliz porque Deus a escolheu, feliz porque espera Jesus; feliz porque encontrou Izabel que a compreende e com a qual pode cantar sua alegria. E foi assim que surgiu o Magnificat, no coração de uma jovem em festa.

Maria então disse: “Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz, porque o Todo-poderoso fez pra mim coisas grandiosas”. (Lc, 48-49)

De quantos títulos e nomes de Maria, você seria capaz de se lembrar neste momento? Por mais que sua lista seja grande, será incompleta. Sim, porque seus nomes e títulos são milhares, alguns de origem bíblica, outros nascidos no coração da Igreja. Realmente, “todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz”...

Essa profecia se cumpriu ao longo dos séculos. Ela viveu sua missão de fé, no silencio e na simplicidade. Não foi em vista de seu esforço ou méritos que Maria conseguiu as virtudes que a ornaram, as graças e os títulos que hoje ostenta. Maria é obra de Deus. Foi em vista de seu filho que nela realizou maravilhas, as “coisas grandiosas” a que Maria se referiu no “Magnificat”. Deu-lhe sua ternura, sua bondade e sua pureza e, olhando para a humanidade dessa sua serva, chamou-a “cheia de graça”.

Maria então disse: “O seu nome é Santo” (Lc 1, 49)
Santo é o termo bíblico que melhor expressa a transcendência, porque de Deus, porque Deus é Santo, é o Santo, “é três vezes Santo”. (Is. 6,3). A Virgem Maria, ao proclamar o Magnificat, devia ter diante de si as palavras que o anjo Gabriel lhe havia dito. “Aquele que vai nascer será chamado Santo”. (Lc 1, 35). Essa proclamação da santidade de Deus é o ponto alto de seu cântico. Maria engrandece o Senhor porque é Santo.

E a santidade é o horizonte para qual deve tender toda nossa caminhada. Santo é o batizado que se purifica e se renova profundamente, consciente de que pertence àquele que é Santo. São Paulo disse isso com palavras que não deixam qualquer dúvida. “A vontade de Deus é que sejais santos”. (1 Ts 4,3). Todos nós somos chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade.

Maria então disse: “Sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem”. (Lc 1,50).
Na primeira parte do Magnificat, Maria louvou o Senhor pelo que tinha realizado com a sua humilde serva. Agora, como filha de Sião, o louva em nome de seu povo. Começa destacando a misericórdia de Deus sobre aqueles que o teme. É próprio do Senhor ser misericordioso para com suas criaturas. Com carinho imenso olha para os que dele necessitam e a ele acorrem. Mas seu amor é impaciente: mais do que esperar seus filhos, vai ao encontro deles, para socorrê-los em suas necessidades.

Logo Maria iria descobrir que, em seu Filho, Deus tem um rosto que sorri, uma mão que acaricia, um olhar que envolve, e braços que se estendem. “Sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem”. Maria tinha razão. Pertencemos a uma geração que, sob inúmeras formas, faz experiências renovadas da misericórdia de Deus. Temos até um domingo – o segundo da Páscoa – para nos debruçar especificamente sobre o rosto misericordioso de Deus. Não será este um sinal de que Deus nos quer ver imitando Maria, isto é, proclamando ao mundo sua misericórdia?

Maria então disse: “Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os que tem planos orgulhosos no coração”. (Lc 1, 51)
As expressões que Maria usou nessa parte do Magnificat podem parecer fortes e até duras para uma jovem da Galileia de vinte séculos atrás. São, isso sim, coerentes com a visão de Deus que ela adquiriu debruçando-se sobre a revelação que ele fez de si mesmo: “Com teu braço poderoso dispersaste teus inimigos” (Sl 89,11). A força do “braço de Deus” está a serviço da justiça e da misericórdia. Mesmo quando corrige algum de seus filhos, ele o faz para que viva em plenitude.

Maria louva a Deus porque constatou que quando alguém se eleva de forma indevida, injusta ou titânica, Deus o coloca em seu devido lugar. O orgulhoso é um mentiroso pois se supervaloriza indevidamente. Um orgulhoso é incapaz de valorizar outras pessoas. No lado oposto está a pessoa que teme a Deus: reconhece os próprios limites, e, ao mesmo tempo, busca junto a Ele o auxílio de que necessita.

Maria, diante de acontecimentos que não compreendia e de experiências cujo significado não alcançava, guardava tudo “em seu coração” (Lc 1,19,51). Ela nos demonstra que os humildes se submetem a uma disciplina, não seguem os pensamentos do próprio coração, sabem escutar e aprendem os segredos de Deus.
Lc 1,52)
 
Maria então disse: “Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes”.
(





Este verso do Magnificat opõe duas categorias de pessoas: os poderosos e os humildes. Para Maria a base é a justiça e o amor, a liberdade e a verdade. Derrubando os poderosos de seus tronos, Deus os leva a descobrir a verdade sobre si próprios. – verdade que não é nada agradável. Não há limites para seus desejos de dominação. São grandes os estragos causados no mundo de hoje pelos “Poderosos”, isto é, pelos que fazem questão de afirmar sempre mais seu “eu”, sua força, sua sabedoria, seu dinheiro.

O tema da exaltação dos humildes é bíblico. “Tudo vai mudar! O que é baixo, o que é alto, será rebaixado”. (Ez 21,31). É claro que esta frase não é reservada só a Maria, mas atingirá todos os servidores do Senhor. Voltando nosso olhar para Maria, descobrimos que suas palavras: “Eis aqui a serva do Senhor” (Lc 1,38), muito mais que uma resposta, são um programa de vida. Ela nos ensina também, que ser humilde, significa aceitar viver não segundo os próprios desejos e projetos, por melhores que possam parecer, mas em função de Jesus Cristo, de seus ensinamentos. Ele que viveu em nosso meio como aquele que serve. (Lc 22,27)

(Maria disse então: O poderoso) “ Encheu de bens os famintos, e mandou embora os ricos de mãos vazias”.
Famintos e ricos: por que essa oposição no cântico do Magnificat? O grande problema é a tendência dos ricos ignorarem os necessitados, de acumularem sempre mais e se esquecerem de Deus, tornam-se escravos de seus próprios bens. Maria ao se referir aos famintos e ricos, não parece estar fazendo uma profecia, mas descrevendo uma situação do passado. As injustiças continuavam; o domínio romano era uma realidade com seus pesados tributos e uma corrupção que empobrecia ainda mais os pobres.

Maria vê o futuro como seu Senhor o vê. Tem certeza de que a justiça triunfará. Mesmo que tudo indique o contrário, o futuro já está garantido para quem acredita nele. Há uma outra fome que Deus quer saciar; a fome dele mesmo, a fome da vida sobrenatural, de vida interior, de vida espiritual. As coisas do mundo não saciam. Quem se sacia com essas coisas poderá ter espaço para ter fome de Deus?

Maria fala de uma riqueza que será severamente denunciada nas pregações de seu Filho – “as preocupações do mundo, a ilusão da riqueza e os outros desejos”. (Mc 4,19) – pois impede que nasçam no coração os frutos esperados. Ensina-nos que ser “pobre de espírito” é uma graça, a qual, pode e deve ser pedida.

(Maria estão disse: O Poderoso)
“ Acolheu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”. (Lc 1,54,55)

Em seu cântico de louvor e agradecimento ao seu Senhor, Maria começa lembrando o que nela – serva e pobre – ele havia realizado. Depois, o que fez em favor dos humildes e necessitados. Agora, os horizontes se alargam também o povo escolhido foi ricamente beneficiado, demonstrando que Deus é fiel. “Acolheu Israel...”. é uma referência ao povo de Deus, servo, sim, mas não escravo. Deus o trata com carinho, porque se lembra de sua misericórdia. Na longa travessia do deserto, foi Moisés que inúmeras vezes, “lembrou” a Deus suas promessas e seu grande amor.

Maria nos ensina uma belíssima forma de pedir os dons de que necessitamos: não apenas chamando a atenção para nossas necessidades, mas também fazendo referência ao amor gratuito, generoso e inesgotável de Deus, e à sua misericórdia, manifestada largamente ao longo da história.

Maria recordava o que o Senhor havia prometido a Abraão, o quanto havia sido fiel às suas promessas. Como não se lembraria de que justamente nela estava sendo cumprida a mais importante promessa: a do Messias. Como as promessas de Deus são “para sempre”, também nós somos atingidos por elas e chamados a recordá-las, para que também sobre nós O Senhor continue manifestando o quanto é misericordioso.

Trechos extraídos e adaptados de “Um mês com Maria”
De Dom Murilo S.R. Krieger, scj



sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Mães Más: Texto para a semana da família



 Um texto para refletir sobre  nossas atitudes como pais. Leia com atenção e repense suas ações. 
Estaria sendo um pai ou uma mãe muito permissiva?


Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver, além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci. Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
- "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos à toda hora (ligava no nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Era quase uma prisão!
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata!
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:

- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como ela foi. 
 
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!


Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Tema: Catequese e família


A catequese pergunta: E a família como vai?

À medida que a família cristã acolhe o Evangelho e amadurece na fé,
torna-se comunidade evangelizadora.” (João Paulo II )


Uma historinha nos ajuda a refletir
:
Uma catequista pediu aos catequizandos que elaborassem um texto sobre o que gostariam que Deus fizesse por eles.
Quando terminou o encontro de catequese, ela chegou em casa e começou a ler as mensagens.
Uma mensagem a deixou profundamente emocionada e intrigada.
Seu esposo ao chegar, viu-a a chorar e perguntou:
O que é que aconteceu? Ela respondeu: Leia você mesmo. O texto era uma oração e dizia assim:
"Senhor, esta noite peço-te algo especial::
Transforma-me numa televisão. Quero ocupar o lugar dela. Viver como vive a TV da minha casa.
Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família à volta... Ser levado a sério quando falo...
Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.
E ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar...
E ainda, que os meus irmãos fiquem discutindo para estar comigo...
Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em
quando, para passar alguns momentos comigo.
E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos.
Senhor, não te peço muito... Só quero viver o que vive qualquer televisão".
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse: Meu Deus, pobrezinho deste menino! Que pais ele tem? E ela olhou-o e respondeu:
Esta é a mensagem que nosso filho escreveu?

REFLETINDO:

  • o que esta historinha nos diz sobre a família e a catequese? Que lição podemos tirar dela?

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

10 mandamentos para a paz na família




1. Tenha fé e viva a Palavra de Deus, amando o próximo como a si mesmo...

2. Ame-se, confie em si mesmo, em sua família e ajude a criar um
ambiente de amor e paz ao seu redor...

3. Reserve momentos para brincar e se divertir com sua família, pois a criança aprende brincando, e a diversão aproxima as
pessoas...

4. Eduque se filho através da conversa, do carinho e do apoio e tome cuidado: quem bate para ensinar está ensinando a bater...

5. Participe com sua família da vida da comunidade, evitando as más companhias e diversões que incentivem a violência...

6. Procure resolver os problemas com calma e aprenda com as situações difíceis, buscando em tudo o seu lado positivo...

7. Partilhe seus sentimentos com sinceridade, dizendo o que você pensa e ouvindo o que os outros têm para dizer...

8. Respeite as pessoas que pensam diferente de você, pois as diferenças são uma verdadeira riqueza para cada um e para o grupo...

9. Dê bons exemplos, pois a melhor palavra é o nosso jeito de ser...

10. Peça desculpas quando ofender alguém e perdoe de coração
quando se sentir ofendido, pois o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar...

 

(Fonte: Pastoral da Família da CNBB)

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Semana da família na catequese


Família e Catequese
Entre tantas crises que vivemos nos dias atuais, fala-se insistentemente da crise da família. Mas não é a família que está em crise, porque todas as pessoas querem, buscam e procuram formar uma família, mesmo que não seja aquela família criada, querida e abençoada por Deus.
A família é uma realidade presente na vida humana desde o início da humanidade. Os primeiros capítulos do livro de Gênesis nos mostram isto. O que de fato está em crise – e o último censo com os primeiros dados publicados recentemente confirmam – é o matrimônio. O casamento religioso, especialmente, não é mais tão buscado e a sua realização não passa, muitas vezes, de um ato tão somente social.
A família continua sendo, em qualquer das suas expressões, o melhor espaço e a mais oportuna realidade para formar e orientar os filhos rumo a uma vida verdadeiramente humana, cristã e feliz. Ninguém como o ser humano, na sua infância, é carente de segurança, de carinho e de proteção.
A psicologia atual mostra seguramente que, desde o útero materno, a criança já vai assimilando e sentindo se é querida, se é amada e desejada. Portanto, desde esse tempo a mãe e o pai – a família – devem ajudar a nova vida a se desenvolver em todos os sentidos e aspectos, evitando trazer consigo problemas, complexos e traumas que irão desabrochar com o seu crescimento.
 
Portanto, a educação da fé, que é um processo catequético, não começa na catequese de primeira Eucaristia, como é pensamento de muitas pessoas. A catequese deve, de fato, começar quando a criança ainda não veio à luz.

Mandamentos para pais e filhos

Vamos refletir sobre um conjunto de dez mandamentos que poderão ajudar a vivência familiar. Em primeiro lugar vejamos os “dez desejos” dos pais em relação a seus filhos.

Os pais desejam que seus filhos:
1. cresçam e sejam felizes, realizados e respeitem a si mesmos e aos outros.
2. Estudem e saibam ter auto-estima, sintam-se capazes e úteis aos outros e satisfeitos no trabalho.
3. Tenham uma vida sadia no plano físico, psíquico, espiritual. Não tenham vícios.
4. Sejam responsáveis, tenham disciplina e conheçam os valores.
5. Nas dificuldades não percam a confiança conservando a paz interior e o desejo de vencer os problemas.
6. Não alimentem sentimentos de culpa em relação ao passado, medo do futuro, mas vibrem com o presente.
7. Sejam positivos e colaborem na vida familiar, pois os pais também aprendem com os filhos.
8. Evitem más companhias, tenham coragem de corrigir o que é mau e decidir pelo bem.
9. Sejam sensíveis com os outros, saibam partilhar, sejam solidários superando todo egoísmo.
10. Não percam o bom humor, saibam desdramatizar os problemas e buscar ajuda, para serem cidadãos construtores da sociedade nova mais humana e justa.

Vejamos agora as “dez maneiras” de os pais estragarem seus filhos:

1. Dar tudo o que os filhos quiserem.
2. Achar graça quando disserem nomes feios.
3. Nunca dar orientação religiosa.
4. Juntar tudo o que eles deixam jogado e desarrumado.
5. Discutir e brigar na presença deles.
6. Abarrotá-los de brinquedos, dinheiro, mimos, superproteção.
7. Não exigir nada, satisfazer todos os seus desejos.
8. Dar-lhes sempre razão, tomando sempre seu partido, desculpá-los sempre.
9. Estar sempre ausente, não acompanhar, acomodar-se, omitir-se.
10. Nunca elogiar, não dar carinho, não ter tempo e vingar-se.

Quais são os “dez mandamentos” do casal?

1. Nunca dramatizar os defeitos, mas saber elogiar as qualidades.
2. Nunca gritar um com o outro, nem fechar-se, mas sempre dialogar.
3. Saber ceder, saber perder, saber recomeçar perdoando sempre.
4. Dizer a verdade com amor.
5. Nunca humilhar o outro, principalmente diante de outras pessoas.
6. Não culpar, nem ridicularizar o outro recordando erros do passado.
7. Nunca ser indiferente “gelando” o outro. A indiferença dói mais que uma bofetada.
8. Nunca ir dormir sem perdoar.
9. Admitir as próprias limitações e procurar melhorar. É o dom da auto-crítica.
10. Rezar juntos, rir juntos, passear juntos e lembrar-se que quando um não quer, dois não brigam.

Por fim analisamos os “dez mandamentos” para construir uma família ideal:

1. Respeito mútuo na vivência cotidiana.
2. Sinceridade no falar e agir.
3. Generosidade nas tarefas da família.
4. Alegria e senso de humor que gera visão otimista e positiva de vida.
5. Tolerância que é resultado da cordialidade e da compreensão.
6. Consciência da dignidade da pessoa gerando relacionamentos de igualdade.
7. Flexibilidade para evitar rigorismos e permissividade.
8. Fidelidade cumprindo as responsabilidades e deveres.
9. Simplicidade e calor humano que leva a desdramatizar os problemas e encontrar soluções para as dificuldades.
10. Confiança nas pessoas e nas suas capacidades o que gera esperança e amor em quatro direções: dialogo, perdão, ternura e oração.

 Dom Orlando Brandes


Sabemos como é difícil atingir a família ideal. Muitas vezes os pais  sentem-se impotentes. Achamos que já fizemos tudo e que nada conseguimos.Entretanto esforçando-nos ao máximo, dando o melhor de nós por uma família mais feliz estaremos "enchendo de água a nossa talha", como nas Bodas de Caná (Jo:2, 1-11)  em que Jesus transformou a água no melhor dos vinhos. Confiemos em que assim também , nossa família será transformada.







domingo, 11 de agosto de 2013

Mensagem aos pais

 Esta mensagem  eu a escrevi para ser transmitida aos pais no domingo,  na missa dos pais:


Queridos pais

Neste domingo especial quero prestar-vos uma homenagem a vocês pais.
E nesta homenagem incluo além dos pais biológicos, também todos aqueles que por um ato de amor extremo, tomou sob sua responsabilidade a educação, cuidado e formação de um filho que amorosamente Deus lhe concedeu.

Porque “ser pai” não é apenas cumprir um papel social ou familiar. É assumir a paternidade com Amor e responsabilidade, não se importando se o filho é gerado de si, biologicamente ou gerado em consequência dos percalços da vida.
É estar presente na educação para a vida em todos os sentidos, incluindo a vida cristã.

Preparar um filho para a vida sempre foi tarefa difícil. Nos dias de hoje, com o avanço dos meios de comunicação, a tecnologia em geral, está a cada dia mais difícil desempenhar a tarefa de um verdadeiro pai que educa com autoridade e respeito.

Nunca uma autoridade baseada no autoritarismo. Mas uma autoridade dosada no amor ,carinho e respeito que mostrará os rumos de uma educação para a vida.

Não se esqueçam queridos pais, que “ser pai” é muito mais que ter filhos. É assumir a coragem de educar seus filhos para saberem construir o próprio caminho respaldados não só pelos seus ensinamentos, mas principalmente pelo seu exemplo.

Ser pai é repassar valores que os tornem cidadãos respeitáveis e cientes de sua responsabilidade social e cristã.

São José, protetor dos pais, protegei todos os pais que trabalham arduamente no dia a dia para não faltar nada a seus filhos.
Protegei todos os pais que se dedicam de corpo e alma à sua família.
Iluminai aqueles que não querem assumir sua paternidade.
Olhai todos os pais do mundo para para que, com amor e dedicação eduquem os seus filhos na fé cristã e para que assumam e vivam com alegria sua vocação paterna.
Que Deus abençoe todos os pais!

sábado, 10 de agosto de 2013

MISSA DO 19º DOMINGO COMUM

Missa do dia dos pais-



Irmãos e irmãs presentes nesta celebração, ouvintes da rádio Bela vista, sejam todos bem vindos. Que após esta celebração tenhamos todos gravados no coração os verdadeiros valores humanos e cristãos, assimilando de Cristo a verdadeira sabedoria para viver a vida com verdadeiro sentido .

O tesouro que vos oferecemos nesta celebração é Jesus Cristo. Que bom que vieram dispostos a ouvir suas boas palavras!

Um Bom dia a todos!



Neste domingo dia dos Pais, vamos celebrar pelos pais que já faleceram;



(Ler os nomes dos pais falecidos)

Ritos iniciais

Nesta liturgia, Jesus nos convida a assumir uma atitude de vigilância no serviço ao Reino, o tesouro que dá sentido à vida e a missão. Encorajados pelo Deus da vida e amor, somos impulsionados a manter viva a esperança, utilizando os bens sem egoísmo e dominação.

O Reino que ele nos oferece por meio de seu filho é o verdadeiro tesouro que os ladrões não roubam, nem as traças corroem.

Com confiança e fé, celebremos em comunhão com os vocacionados para a vida em família, especialmente nossos pais



Em pé, CANTEMOS para iniciar nossa celebração



ACOLHIDA
ATO PENITENCIAL- cantado
GLÓRIA:
OREMOS:
intenções da missa de hoje (ver folheto )
  • em ação de graças por todos os pais e os vocacionados para a vida em família
  • Intenções da comunidade ( ver folha à parte)
LITURGIA DA PALAVRA

Neste domingo, Jesus continua a instruir seus discípulos e fala sobre o verdadeiro tesouro, aquele que dá sentido à vida e que nunca se acaba . A Palavra de Deus nos convida a avaliar nossa caminhada e a nos manter sempre vigilantes e preparados para acolher o Senhor.



Em pé , cantemos para receber a Bíblia sagrada, ( Um pai ladeado por outros dois que levam uma vela acesa simbolizando "vigilância")



1ª leitura..............................................................2ª leitura........................................
oração da assembléia............................................................

EVANGELHO: Lc 12, 32- 48

A Palavra de Deus nos convida a avaliar nossa caminhada e a nos manter sempre vigilantes e preparados para acolher o Senhor. , buscando em tudo a sua vontade.

Devemos preparar-nos para o definitivo de nossa vida , aquilo que permanece mesmo depois da morte.

PROFISSÃO DE FÉ
ORAÇÂO DA ASSEMBLÉIA...........

LITURGIA EUCARÌSTICA - OFERTÓRIO



A Eucaristia nos leva a partir o pão juntos. Neste dia oferecemos com o pão e o vinho a vida e missão dos pais, responsáveis por manter a família unida e fraterna.


CANTO DAS OFERENDAS e procissão das ofertas


COMUNHÂO

Que o chamado vocacional de Jesus nos leve a celebrar dignamente a Eucaristia e ajude-nos a descobrir nossa verdadeira vocação na Igreja e no Mundo.

CANTO

  • AVISOS DA SEMANA

MENSAGEM PARA O DIA DOS PAIS: Um catequizando.........
  •  Motivação
Neste momento um catequizando irá prestar uma homenagem a todos os pais. E nesta homenagem estão incluídos não só os pais biológicos, como também todos aqueles que por um ato de amor extremo, tomou sob sua responsabilidade a educação, cuidado e  formação de um filho "do coração"

Pai neste domingo especial quero dizer-te de coração o quanto te amo
 O quanto sua presença constante é importante em minha vida.
 Sei que muitas vezes não sou um bom filho: desobedeço e questiono sua autoridade.
 Mas tem paciência, pai 
 Tudo em minha cabeça muitas vezes se confunde. São tantas as informações que temos deste mundo que nos rodeia.
 Uma sucessão de informações e imagens deste variado mundo tecnológico muito contribui para essa minha confusão.
Mas sei que queres o meu bem muito mais que todas essas informações que vem até nós, nos cercando de todos os lados e nos impelindo a desconsiderar os seus valores. 
Pai, eu sei do seu cansaço e até das vezes em o sinto desanimar diante das dificuldades. Mas como um guerreiro que nunca recua, logo estás à frente novamente me instruindo com amor e carinho.
Que São José, padroeiro dos pais , vos ilumine e também a todos os pais para que nunca lhes faltem forças para cumprir essa nobre e difícil missão de Pai. 
protegei todos os pais que trabalham arduamente no dia a dia para não faltar nada a seus filhos.
Protegei todos  que se dedicam de corpo e alma à sua família.
Iluminai aqueles que não querem assumir sua paternidade.
Olhai todos os pais do mundo para para que, com amor e dedicação eduquem os seus filhos na fé cristã e para que assumam e vivam com alegria sua vocação paterna.
Que Deus abençoe todos os pais!

HOMENAGEM:canto  por um grupo de crianças:
 UTOPIA ( Pe. Zezinho)

BÊNÇÃO DOS PAIS: ENTREGA DA LEMBRANCINHA

BÊNÇÃO FINAL







O TESOURO DO REINO



11 de agosto: 19º domingo comum

 Jesus nos convida hoje a ajuntar um tesouro no céu e a fortalecer a fé no Deus que deseja dar-nos seu reino.

Se, diante da violência, da tragédia, da doença e da morte, o medo paralisa, a confiança em Deus faz ir além, pois ter fé é dar espaço para que Deus aja em nós e nos outros.

Esse reino que Deus quer nos dar, nós o vamos descobrindo já aqui, à medida que nos decidimos a agir de acordo com aquilo que o Mestre nos ensinou, à medida que nos decidimos a ajuntar um tesouro que não é dinheiro e não são bens materiais, mas ações de bondade que levamos para a eternidade.

E as palavras de Jesus nos levam a perguntar onde estará hoje nosso coração. O coração, para o povo da Bíblia, representa o interior mais profundo, onde sentimos e sobretudo decidimos. Onde está o nosso coração? Que tipo de decisão tomamos no dia a dia? Que tesouro estamos construindo em nossa passagem por este mundo?

O tesouro de que Jesus fala é o próprio reino de Deus acontecendo em nós, quando agimos com fidelidade, na esperança do retorno definitivo do Senhor. Não podemos saber quando será nosso encontro definitivo com Deus, mas só com a lâmpada acesa da fé e preparados em atitude de serviço (rins cingidos) poderemos abrir-lhe sem medo a porta de nossa vida quando for o momento.

E então o Senhor entrará e transformará nossa vida num eterno banquete, que ele mesmo servirá. Deus resgatará então nossos gestos de serviço, pequenos que sejam, e, mostrando-se mais uma vez, ele mesmo, servidor, nos tornará plenos com sua graça.

Até lá, o desafio é continuar vencendo o medo que nos deixa paralisados diante da violência e do mal no mundo; até lá, continuemos vigilantes, em atitude de serviço e doação da vida aos mais necessitados. Felizes seremos, então, pois o Senhor terá encontrado o tesouro do seu reino em nosso coração.

Pe. Paulo Bazaglia, ssp